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Operação do Gaeco desarticula organização criminosa que falsificava registros de carros em MG, SP e ES

Redação SP

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Operação do Gaeco desarticula organização criminosa que falsificava registros de carros em MG, SP e ES

Na ‘True-False’ foram cumpridos mandados de busca e apreensão nos municípios de Carangola, Reduto, Manhuaçu, Guaçuí e Campinas.

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) deflagrou nesta sexta-feira (16) a Operação “True-False” com o objetivo de desarticular uma organização criminosa com atuação nos estados de Minas Gerais, São Paulo e Espírito Santo. Na Zona da Mata mineira, foram cumpridos mandados de busca e apreensão em Carangola.

De acordo com o órgão, o grupo praticava fraudes relacionadas ao emplacamento de veículos, falsificação de documentos públicos e privados e falsidade ideológica em MG, SP e ES.

PM também auxiliou nos trabalhos da Operação 'True-False' realizada na Zona da Mata mineira — Foto: MPMG/Divulgação

PM também auxiliou nos trabalhos da Operação ‘True-False’ realizada na Zona da Mata mineira — Foto: MPMG/Divulgação

Conforme o MPMG, o objetivo da ação foi apurar a prática de crimes por uma das principais organizações criminosas de âmbito interestadual, especializada em esquemas relacionados à confecção de certificados de registros de veículos (CRVs) falsos, emplacamentos de veículos inexistentes e emissão de documentos públicos e privados em nome de terceiras pessoas.

Foram cumpridos mandados de busca e apreensão nos municípios de Carangola (MG), Reduto (MG), Manhuaçu (MG), Guaçuí (ES) e Campinas (SP). Na ocasião, os investigadores apreenderam R$ 7 mil, mídias diversas, computadores, celulares e documentosUma pessoa apontada como principal líder do grupo foi presa no estado de São Paulo e outra segue foragida em Guaçuí.

Segundo as investigações, o grupo criminoso criou uma espécie de “comércio ilícito de CRVs” em Minas Gerais, Espírito Santo e São Paulo, com atuação, inclusive, junto a outras organizações criminosas independentes.

“As recentes provas produzidas no procedimento investigatório indicam que a associação criminosa desvelada em Carangola possui conexão com outras associações e organizações autônomas, havendo fortes indícios no sentido do envolvimento de despachantes, empresários e agentes públicos que exercem as funções junto aos Detrans, sendo usual a utilização de ‘laranjas’ e pessoas jurídicas ‘fantasmas’ para a concretização dos delitos”, afirmou o coordenador do Gaeco Regional da Zona da Mata, promotor de Justiça Breno Costa da Silva Coelho.

A ação foi realizada pelo MPMG, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) Regional da Zona da Mata, em conjunto com os Gaecos do Espírito Santo e de São Paulo e com as Promotorias de Justiça de Carangola e a Polícia Militar (PM).

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Fonte: G1 – Globo.

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