Um suposto esquema criminoso para o favorecimento de empresas em contratos para merenda escolar e a produção de videoaulas, realizados pela Secretaria de

Redação Publicado em 09/09/2020, às 00h00 - Atualizado às 13h31
Um suposto esquema criminoso para o favorecimento de empresas em contratos para merenda escolar e a produção de videoaulas, realizados pela Secretaria de Educação do Distrito Federal, são alvo de duas operações da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) nesta quarta-feira (9). 

A operação cumpre 26 mandados de busca e apreensão. As investigações do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) e da Polícia Civil apontam para diversas práticas delituosas como um possível conluio de grandes empresários do ramo alimentício para fraudar licitações referentes à alimentação escolar. Também está sob investigação o direcionamento do edital de licitação referente a denominada terceirização da merenda para empresas prédeterminadas, irregularidades na contratação de produção de videoaulas e ainda a alteração de parâmetros nutricionais de proteína, sem nenhuma justificativa, beneficiando diretamente os fornecedores.
Além de Brasília, os alvos são dos estados de São Paulo e Piauí. A investigação faz parte da operação Self-Service, deflagrada hoje (9) e da operação Fames, que já está na segunda fase. Ambas são coordenadas pela Divisão Especial de Repressão à Corrupção da (Cecor), em parceria com o Ministério Público do Distrito Federal (MPDFT) e com a Controladoria-Geral da União (CGU).
Os nomes dos envolvidos não foram divulgados. Os mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos em órgãos públicos, em residências de servidores e ex-servidores, além de empresas envolvidas nas licitações.
Segundo a Polícia Civil do DF, o termo Fames é uma referência à deusa da fome, da mitologia romana, por causa das irregularidades nos contratos do ramo alimentício. Já o termo Self Service, que em tradução livre significa autosserviço, foi escolhido pelo fato dos suspeitos atenderem interesses privados.
A Secretaria de Educação do DF ainda não se manifestou sobre o caso.
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Agência Brasil
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