Em anúncio marcado pela ampliação do auxílio emergencial por mais quatro meses e a definição do novo valor das parcelas, de R$ 300 , o governo falou também

Redação Publicado em 01/09/2020, às 00h00 - Atualizado às 16h40
Em anúncio marcado pela ampliação do auxílio emergencial por mais quatro meses e a definição do novo valor das parcelas, de R$ 300 , o governo falou também nesta terça-feira (1º) sobre um tema esquecido nos últimos meses, a reforma administrativa. Segundo o ministro da Economia, Paulo Guedes, ela será enviada ao Congresso nesta quinta (3).
Bandeira de Guedes desde a campanha eleitoral, a reforma administrativa mira os servidores públicos e diz combater os “privilégios” da categoria. O governo garante, no entanto, que os atuais funcionários públicos não serão afetados pelas novas regras, que só valerão para os futuros concursados.
“Que fique bem claro, não atingirá nenhum dos atuais servidores . Ela [reforma administrativa] se aplicará apenas aos futuros servidores concursados”, garantiu o presidente Jair Bolsonaro , acompanhado por Guedes no anúncio e na promessa.
O ministro da Economia defendeu a retomada da agenda de reformas do governo , que começará pela que altera as regras do funcionalismo público e busca cortar gastos e aumentar a eficiência do Estado.
“A reforma administrativa é importante, e como o presidente deixou claro desde o início, não atinge os direitos dos servidores públicos atuais, mas redefine toda a trajetória do serviço público para o futuro, um serviço público de qualidade, com meritocracia, concursos exigentes, promoção por mérito. Nós estamos não só com os olhos na população brasileira a curto prazo, mas toda a classe política brasileira pensando no futuro do País e implementando as reformas”, defendeu Guedes.
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