Um ano após ser lançado pelo presidente Jair Bolsonaro, seus familiares e aliados, o Aliança pelo Brasil, que seria o novo partido do presidente e de

Redação Publicado em 22/11/2020, às 00h00 - Atualizado às 11h11
Um ano após ser lançado pelo presidente Jair Bolsonaro, seus familiares e aliados, o Aliança pelo Brasil, que seria o novo partido do presidente e de dissidentes do PSL, só conseguiu validar 9% das assinaturas necessárias para ser criado. Até o momento, a Justiça Eleitoral validou 43 mil assinaturas, e são necessários 492 mil apoios para a criação de uma legenda no Brasil.
O Paraná lidera a lista de estados com mais assinaturas em favor da criação do Aliança pelo Brasil neste primeiro ano desde a criação: 5519. Cinco estados ainda não validaram nenhuma assinatura no país: Pernambuco, Mato Grosso, Piauí, Tocantins e Acre. Goiás teve apenas um apoio reconhecido pela Justiça Eleitoral.
Lançado com a expectativa de correr contra o tempo para disputar as eleições municipais de 2020, o projeto de partido agora pensa nas eleições de 2022 , mas o ritmo das assinaturas mostra que o cenário é improvável.
Há um ano, na cerimônia de lançamento, em hotel de Brasília, falou-se em construir “o maior partido da história do Brasil”. Dezenas de deputados bolsonaristas que deixaram o PSL , partido pelo qual Bolsonaro se elegeu presidente, também sinalizaram que fariam parte da legenda.
Hoje, com o fracasso das assinaturas, o esquecimento do projeto e o rumo da política nacional, com a aproximação do governo com o Centrão , a expectativa é que Jair Bolsonaro passe a integrar algum partido do bloco, esfriando a necessidade de agilizar as assinaturas e a possibilidade de criação do partido.
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IG
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