procuradora-geral da República, Raquel Dodge, disse nesta quarta-feira (3) que cabe a cada cidadão zelar por "eleições justas e livres" e para que a

Redação Publicado em 03/10/2018, às 00h00 - Atualizado às 15h53
procuradora-geral da República, Raquel Dodge, disse nesta quarta-feira (3) que cabe a cada cidadão zelar por “eleições justas e livres” e para que a Constituição, que completa 30 anos nesta semana, seja respeitada.
Dodge falou sobre o tema ao chegar para sessão do Supremo Tribunal Federal (STF).
Perguntada sobre se havia risco de retrocesso em relação aos avanços das últimas décadas nestas eleições, cuja votação de primeiro turno se dará no domingo (7), ela respondeu: “A democracia é sempre algo a ser cultivado e incumbe a nós zelar para que não haja retrocesso”.
A procuradora disse que a Constituição foi “o marco mais extraordinário” da histórica da República e da defesa dos direitos fundamentais e que “houve avanços significativos”.
Destacou ainda que a imprensa funciona de forma livre, com possibilidade de críticas e que é um “trabalho diário” assegurar os avanços conquistados nos últimos anos.
“Cabe a cada um e à coletividade zelar para que a democracia funcione, que haja eleições justas e livres. Para que regras constitucionais sejam respeitadas. Quanto a gente exerce luta cotidiana nos tornamos verdadeiramente cidadãos”, disse Dodge.
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