A vacina da Universidade de Oxford foi uma das primeiras da pandemia de COVID-19

Gabriela Thier Publicado em 09/05/2024, às 19h22
A empresa farmacêutica anglo-sueca AstraZeneca anunciou nesta quarta-feira (08/05) que irá parar de produzir sua vacina contra a COVID-19, usando como justificativa a “perda de espaço no mercado”.
O imunizante de fato ficou para trás conforme as vacinas mais atualizadas, como as de mRNA, entravam no mercado. A empresa não mencionou se os efeitos colaterais da vacina (desenvolvimento de trombose), que a própria AstraZeneca já admitiu, tinham relação com a retirada do imunizante.
No Brasil, a FioCruz, que fechou um acordo com a Astrazeneca durante a pandemia, deverá desenvolver sua própria vacina de mRNA, para substituir a da empresa anglo-sueca.
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