
por Ricardo Sayeg
Publicado em 23/09/2025, às 09h47
A Direita Constitucionalista é a representação, no plano político, do Capitalismo Humanista. É o remédio contra a sub-cidadania.
Nela, impera o trono da liberdade consubstancial à dignidade universal da pessoa humana, na singularidade quântica de cada um do povo, de cujo coletivo emana todo o poder.
Pela Direita Constitucionalista será resguardado e promovido, conforme proclamado pela ONU, o direito ao desenvolvimento como um direito humano inalienável, em virtude do qual toda pessoa e todos os povos têm o direito de participar, contribuir e desfrutar do desenvolvimento econômico, social, político, cultural, tecnológico e digital, no qual todos os direitos humanos e liberdades fundamentais possam ser plenamente realizados.
É seguramente a melhor opção democrática quanto ao caminho a ser trilhado; pois nenhum outro regime jurídico-político-econômico entrega o que promete. Todos resultam, inevitavelmente, em sub-cidadania.
Embora muitos de seus partidários sejam bem intencionados, o fato é que a Esquerda é nociva. Fomenta a pobreza e a sujeição do povo. Nivela por baixo, subtrai das pessoas o direito à prosperidade. Bloqueia a livre iniciativa e a dinâmica macroeconômica.
Ao controlar a economia, a Esquerda, normalmente ineficiente, o faz às custas da subjugação do cidadão pelo Estado. Na melhor das hipóteses, o regime outorga às pessoas, sob severos limites e condições, em caráter precário, algumas liberdades civis e econômicas na medida dos interesses estatais, tal como acontece nas totalitárias China, Coreia do Norte, Rússia etc.
De fato, costumeiramente, nestes regimes de Esquerda se perpetuam tiranos que mutilam e subjugam o cidadão, desfigurando sua autodeterminação e reduzindo o povo a uma alienação infra-humana de servo, quase escravo, do Estado.
Por isso, é inevitável: quanto mais intensa a Esquerda, maior é a transgressão aos direitos humanos de liberdade, propriedade privada, prosperidade e dignidade; e mais profunda se torna a chaga da sub-cidadania.
Todavia, também o regime de Direta que não é humanista, não convence; pois é selvagem, frio e desumano, consistente em uma indústria de exclusão social, pobreza e marginalização.
A propósito, indaga-se o que pensamos da alternativa da Social-Democracia. Ela consiste no reposicionamento da esquerda para o centro, fundada no primado da igualdade. Diferencia-se, por isso, da Direita Constitucionalista, que é o reposicionamento humanista da direita para o centro, alicerçada na liberdade consubstancial à dignidade universal, edificadora da singularidade quântica do Capitalismo Humanista.
A Social-Democracia propõe nivelar, mas, isso ocorre com fraca eficiência e por baixo, ao preço do mérito e da iniciativa; e, a Direita Constitucionalista, de seu lado, busca libertar, humanizar e desenvolver.
O ser humano não nasceu para ser igual em seus caminhos e resultados, mas, sim, para ser livre em seu destino, senhor de seus próprios passos; e, neste contexto, restritivamente, igualado em direitos e dignidade.
A igualdade imposta pela esquerda gera servidão; enquanto a liberdade com dignidade gera transcendência quântica em prol da evolução humana.
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