Entre as obras reintegradas ao patrimônio da Presidência da República, destacam-se um relógio de pêndulo datado do século XVIII e uma ilustre pintura do artista Di Cavalcante

William Oliveira Publicado em 08/01/2025, às 12h57
Nesta quarta-feira (8), o Palácio do Planalto sediou uma cerimônia de grande importância, marcando a devolução oficial de 21 obras restauradas, que haviam sido danificadas durante os eventos de 8 de janeiro. Entre as peças reintroduzidas ao acervo da Presidência da República estão um relógio pêndulo do século XVIII e uma renomada pintura de Di Cavalcante.
A primeira-dama, Janja da Silva, ressaltou que a memória é um elemento essencial na construção da identidade nacional e que sua conservação não é apenas uma homenagem ao passado, mas também um compromisso com o futuro. " A memória é um dos alicerces mais importantes da nossa identidade enquanto brasileiros. Sua preservação não é a apenas uma homenagem ao passado, mas também um compromisso com o futuro."
“O restauro das obras de arte do palácio é a parte desse esforço comum com a nossa democracia. Não conseguiram impedir a liberdade nem destruir a beleza. Contra a violência e cinza do autoritarismo, fazemos brotar o colorido da nossa cultura e a alegria do nosso povo”, afirmou.
A restauração dessas peças foi realizada com o apoio do governo suíço, da embaixada da Suíça no Brasil, do Ministério da Cultura por meio do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e da Universidade Federal de Pelotas.
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