Nesta segunda-feira (9), o líder do Executivo se reúne no Palácio do Planalto com 16 ministros para debater questões pertinentes às empresas estatais federais, com foco na análise de suas administrações e estratégias de modernização

William Oliveira Publicado em 09/12/2024, às 08h22
Na manhã desta segunda-feira (9), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera uma reunião no Palácio do Planalto, reunindo pelo menos 16 ministros para debater questões pertinentes às empresas estatais federais. A pauta principal é a análise das administrações dessas entidades e a discussão de estratégias para sua modernização.
Conforme informações de dois dos ministros presentes, a reunião visa realizar um acompanhamento detalhado das operações das estatais, além de explorar iniciativas que possam promover melhorias e eficiência em suas gestões.
Em um movimento recente para reformular o papel das chamadas "estatais dependentes", o governo apresentou ao Congresso Nacional, em outubro, três projetos de lei com o objetivo de desvincular essas empresas do Orçamento Geral da União. Essas propostas visam flexibilizar as normas vigentes, permitindo que as estatais gradualmente deixem de impactar diretamente as contas públicas, ainda que continuem, em certa medida, necessitando de aportes financeiros do Tesouro durante o processo de transição.
Confira os ministros convocados:
Leia também

Dom Rafael perde direitos dinásticos após anunciar casamento

Frente fria traz garoa e frio intenso para São Paulo nesta semana

VÍDEOS polêmicos de MC Pipokinha em site pornô horrorizam internautas

Loja de fotografia é destruída por incêndio em Campinas; câmeras registram ação de suspeito

Virgínia passa mal, faz teste de gravidez e revela resultado

Fies: estudantes com parcelas em dia terão mais tempo para quitar financiamento

Cratera aberta durante obra da Sabesp interdita três casas em Osasco

Polícia investiga festa com fuzis em Vigário Geral e suspeita de presença de Peixão

Mulher é encontrada morta em estacionamento de UBS na Zona Sul de São Paulo

Apenas 5% das ações contra políticos no STF terminam em condenação