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SAÚDE

Lula recebe alta após cirurgia de catarata em Brasília

Nesta sexta-feira (30), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva passou por cirurgia de catarata no olho esquerdo; chefe do executivo já havia realizado cirurgia semelhante em 2020

Presidente Luiz Inácio Lula da Silva - Imagem: Reprodução / Ricardo Stuckert / PR
Presidente Luiz Inácio Lula da Silva - Imagem: Reprodução / Ricardo Stuckert / PR

William Oliveira Publicado em 30/01/2026, às 11h25


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do Partido dos Trabalhadores, passou por uma cirurgia de catarata no olho esquerdo nesta sexta-feira (30), em Brasília. O procedimento foi realizado no CBV Hospital de Olhos, onde Lula chegou às 7h25 e recebeu alta por volta das 10h.

Segundo informações do Palácio do Planalto, a cirurgia transcorreu sem complicações. O presidente já se encontra em sua residência oficial na Granja do Torto, onde permanecerá em repouso ao longo do dia e durante o fim de semana. A expectativa é que retome suas atividades normais na próxima segunda-feira (2).

Durante o período de recuperação, Lula será monitorado pela equipe médica que o acompanha regularmente. O procedimento de catarata é considerado simples e rápido. Em 2020, o presidente já havia realizado cirurgia semelhante no olho direito, também com sucesso.

Na quinta-feira (29), anterior à cirurgia, Lula passou por exames pré-operatórios e cumpriu compromissos na Granja do Torto. Desde o início de 2022, o presidente já passou por pelo menos quatro cirurgias diferentes.

O que é catarata?

A catarata é uma condição ocular caracterizada pela opacidade parcial ou total do cristalino, a lente natural do olho responsável por focar a luz na retina. Esse escurecimento ou turvação do cristalino interfere na visão, causando sintomas como visão borrada, dificuldade para enxergar à noite, sensibilidade à luz, cores menos vivas e, em casos avançados, cegueira.

Existem diferentes tipos de catarata: a senil, que surge naturalmente com o envelhecimento; a congênita, presente desde o nascimento; a traumática, resultante de lesões oculares; e a secundária, que pode se desenvolver devido a doenças como diabetes ou ao uso prolongado de certos medicamentos.

O tratamento é exclusivamente cirúrgico, sendo a remoção do cristalino opaco e a substituição por uma lente intraocular o procedimento padrão. A prevenção envolve acompanhamento oftalmológico regular, controle de doenças crônicas e cuidados com a exposição à luz ultravioleta.


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