Diário de São Paulo
Siga-nos
STJ

Filha de Marco Buzzi sai em defesa do pai

Vitória Buzzi diz que a denunciante nunca foi próxima do pai e reafirma a inocência do ministro em meio às investigações no Judiciário

Ministro Marco Aurélio Gastaldi Buzzi ao lado da esposa Katcha e das filhas Catarina, Ana Carolina e Vitória. - Imagem: Reprodução/Redes Sociais.
Ministro Marco Aurélio Gastaldi Buzzi ao lado da esposa Katcha e das filhas Catarina, Ana Carolina e Vitória. - Imagem: Reprodução/Redes Sociais.

Erika Osti Publicado em 11/02/2026, às 14h49


A advogada Vitória Buzzi defendeu seu pai, o ministro do STJ Marco Aurélio Gastaldi Buzzi, contra acusações de importunação sexual, alegando que a versão apresentada pela jovem de 18 anos é falsa e não reflete a realidade.

A denunciante afirmou ter uma relação próxima com o ministro, mas Vitória contestou essa afirmação, afirmando que nem ela nem suas irmãs conheciam a jovem e que a relação entre as famílias era recente e superficial.

A defesa do ministro declarou que ele não cometeu atos impróprios e que sua inocência será comprovada nos procedimentos legais, enquanto o caso continua sob análise das autoridades competentes, com detalhes protegidos por sigilo devido à idade da denunciante.

Resumo gerado por IA

A advogada Vitória Buzzi saiu em defesa do pai, o ministro do Superior Tribunal de Justiça Marco Aurélio Gastaldi Buzzi, e afirmou que a jovem de 18 anos que o acusa de importunação sexual apresentou uma versão que não corresponde à realidade. Segundo ela, é falsa a narrativa de que o magistrado mantinha uma relação de proximidade ou de caráter familiar com a denunciante.

No boletim de ocorrência registrado pela jovem, consta o relato de que ela frequentava o STJ desde a infância e que via o ministro como uma espécie de “avô e confidente”. A filha do magistrado contestou essa afirmação e classificou a descrição como absurda. De acordo com Vitória, nem ela nem suas irmãs conheciam a jovem e jamais houve convivência próxima entre as famílias.

Ela também esclareceu que a relação com a mãe da denunciante, que é advogada, não era antiga nem íntima, como teria sido sugerido. Segundo a filha, o vínculo era recente e não justificaria a ideia de laços familiares ou de grande proximidade.

A defesa do ministro divulgou nota afirmando que ele não cometeu qualquer ato impróprio e que sua inocência será demonstrada nos procedimentos legais já instaurados. Os advogados ressaltaram que confiam no esclarecimento dos fatos pelas vias adequadas.

A denúncia trouxe forte repercussão e colocou o nome do magistrado no centro de um caso sensível. Apesar da contestação firme da família, a acusação permanece sob análise das autoridades competentes. Os detalhes do caso seguem protegidos por sigilo, especialmente em razão da idade da denunciante.

O episódio marca um momento delicado para o ministro, que recentemente foi afastado de suas funções por denúncias de importunação sexual, e enfrenta a exposição pública das acusações ao mesmo tempo em que sua família tenta desconstruir a narrativa apresentada pela jovem. A defesa sustenta que não havia qualquer relação de intimidade que pudesse sustentar a versão relatada no registro policial.


últimas notícias