A Polícia Civil concluiu, nesta segunda-feira (27), o inquérito da morte do policial que morreu ao ser baleado por um PM durante a confusão em um bar de São

Redação Publicado em 28/08/2018, às 00h00 - Atualizado às 09h21
A Polícia Civil concluiu, nesta segunda-feira (27), o inquérito da morte do policial que morreu ao ser baleado por um PM durante a confusão em um bar de São José do Rio Preto (SP). O caso foi em fevereiro deste ano.
De acordo com a investigação do caso, o policial militar Luis Carlos Fragoso agiu com excesso ao atirar oito vezes contra Eduardo Teixeira Moreno. Segundo a polícia, o número de tiros indica que a vítima não teve tempo de reagir.
O inquérito foi encaminhado ao Ministério Público. À TV TEM, Fragoso disse que agiu em legítima defesa porque o policial civil atirou primeiro.
O crime aconteceu por volta de 1h30 do dia 2 de fevereiro, em frente a um bar na avenida Murchid Homsi, no bairro Vila Ercília. Eduardo Teixeira Moreno, de 27 anos, morava ao lado e, no boletim de ocorrência, testemunhas disseram ele parou de moto em frente ao bar e começou a acelerar, fazendo muito barulho.

Mancha de sangue onde o policiai caiu morto após ser baleado por PM (Foto: Reprodução/TV TEM)
Os clientes teriam começado a aplaudir, em “tom de deboche”. Foi quando Eduardo teria sacado uma pistola e atirado contra um deles. Eduardo acertou um bancário, que foi socorrido.
O policial militar Luís Carlos Fragoso também estava no bar com amigos e familiares, de folga, mas armado. Testemunhas disseram para a polícia que ele pediu para Eduardo soltar a arma. Mas Eduardo atirou contra o policial militar, que não foi atingido.
O PM revidou e acertou um tiro em Eduardo, que morreu no local. As duas armas usadas no crime foram apreendidas pela Polícia Civil.

Eduardo Teixeira Moreno era policial do Instituto de Criminalística e foi morto em Rio Preto (Foto: Reprodução/TV TEM)
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