Marido comete um crime cruel na frente da filha por causa de um motivo comum entre os casais

Renata Silva Publicado em 31/10/2022, às 06h31
No último domingo, 30, mais uma mulher foi vítima de feminícidio. Uma mulher de 34 anos foi assassinada pelo marido em Terenos, no Mato Grosso do Sul. E o criminoso tirou a própria vida.
De acordo com o site G1, a mulher foi morta na frente da própria filha, de 13 anos, com um tiro na cabeça. Ela estava tentand se separar do marido, mas eles ainda moravam juntos me uma fazenda. Ele não aceitava o fim da relação.
Neste domingo, os dois tiveram uma discussão e ele deu um tiro na cabeça da mulher. Logo depois, ele atirou na própria cabeça e morreu. A filha deles estava no local e viu tudo.
O caso está sob investigação pela Polícia Civil.
Uma jovem de 20 anos foi assassinada nesta quinta-feira, 20, informou a Record TV.A emissora revelou que ela levou pelo menos cinco tiros disparados por seu ex-namorado.
O crime aconteceu na zona leste de São Paulo enquanto ela esperava pela van para ir ao trabalho. Ela teria gritado e tentado correr quando viu que ele estava armado, mas ele disparou mesmo assim.
Os dois se relacionaram por dois anos e ele é pai do filho caçula dela. Porém, ele não aceitava o fim do relacionamento. Ela chegou a pedir medida protetica contra ele por causa de ameaças. O assassino está foragido.
Leia também

Dom Rafael perde direitos dinásticos após anunciar casamento

Frente fria traz garoa e frio intenso para São Paulo nesta semana

VÍDEOS polêmicos de MC Pipokinha em site pornô horrorizam internautas

Loja de fotografia é destruída por incêndio em Campinas; câmeras registram ação de suspeito

Quase 900 cobras escapam de criadouro durante enchentes no sul da China

Fies: estudantes com parcelas em dia terão mais tempo para quitar financiamento

Cratera aberta durante obra da Sabesp interdita três casas em Osasco

Polícia investiga festa com fuzis em Vigário Geral e suspeita de presença de Peixão

Mulher é encontrada morta em estacionamento de UBS na Zona Sul de São Paulo

Apenas 5% das ações contra políticos no STF terminam em condenação