Os agentes fizeram buscas na região e localizaram vários pacotes das drogas jogados

Vitória Tedeschi Publicado em 18/01/2023, às 18h23
Uma mulher de 32 anos que transportava 710 quilos de maconha, teve o veículo, que era alugado, roubado por suspeitos na PR-487 (Estrada da Boiadeira) na manhã desta quarta-feira (18) em Campo Mourão, no centro oeste do Paraná. Em decisão pouco provável ela chamou a polícia e o desfecho não poderia ser outro.
De acordo com o g1, a mulher foi abordada pelos assaltantes, que estavam em outro veículo, enquanto transitava pela rodovia. Ela foi parada às margens da estrada, retirada do veículo e, em seguida, os suspeitos fugiram com o carro dela.
Ao serem acionados por roubo de veículo, os agentes fizeram buscas na região e localizaram vários pacotes das drogas jogados no meio do mato à beira da estrada.
Com a ajuda da locadora, o carro, que provavelmente tinha rastreador, foi localizado abandonado em uma estrada rural próximo ao distrito de Nova Brasília. Os suspeitos não foram encontrados.
Como era de se esperar, apesar do veículo ter sido encontrado, a mulher foi presae encaminhada para a delegacia prestar depoimento.
Em relato para a polícia, a mulher disse que a droga seria entregue na cidade de Balneário Camboriú, no litoral norte de Santa Catarina. A Polícia Civil investiga o caso.
Leia também

Dom Rafael perde direitos dinásticos após anunciar casamento

Loja de fotografia é destruída por incêndio em Campinas; câmeras registram ação de suspeito

Motorista de Porsche morre após colisão contra mureta na Rodovia dos Imigrantes

A Fazenda 18 já tem data de estreia; saiba qual

Quase 900 cobras escapam de criadouro durante enchentes no sul da China

Polícia investiga festa com fuzis em Vigário Geral e suspeita de presença de Peixão

Apenas 5% das ações contra políticos no STF terminam em condenação

CPTM amplia pagamento de bilhetes via Pix para todas as estações do sistema

Josh Grisetti, estrela de musicais da Broadway, morre aos 44 anos

Moraes suspende visitas de Flávio Bolsonaro ao pai por 90 dias e investiga possível propaganda eleitoral antecipada