Ação rápida de criminosos foi registrada por câmeras na região da Sé; polícia alerta para aumento desse tipo de crime e reforça importância do boletim de ocorrência

Redação Publicado em 24/03/2026, às 10h23
A gangue da correntinha voltou a atuar no Centro de São Paulo, com um casal sendo cercado e roubado em plena luz do dia na Rua José Bonifácio, próximo à Secretaria da Segurança Pública, o que levanta preocupações sobre a segurança na região.
Dados da Secretaria da Segurança Pública revelam que, em janeiro, foram registrados 219 roubos e 733 furtos na área da Sé, indicando que, apesar de uma leve queda em relação ao ano anterior, a criminalidade ainda é alarmante.
A Polícia Civil ressalta que a falta de boletins de ocorrência dificulta investigações e ações policiais, enquanto especialistas alertam que esses crimes são rápidos e focam em objetos de valor expostos, como correntes e celulares.
A atuação da chamada “gangue da correntinha” voltou a acender o alerta sobre a criminalidade no Centro de São Paulo. Um casal foi cercado por três criminosos e teve uma corrente roubada em plena luz do dia, em uma rua movimentada da região da Sé.
O crime aconteceu na Rua José Bonifácio, nas proximidades da sede da Secretaria da Segurança Pública. Imagens de câmeras de monitoramento mostram o momento em que os suspeitos se aproximam rapidamente, cercam as vítimas e arrancam o objeto. Durante a ação, a mulher é derrubada no chão, enquanto o companheiro tenta reagir e perseguir os criminosos, sem sucesso.
Dias depois, outro caso semelhante foi registrado na Rua Barão de Paranapiacaba. Um homem que estava sentado em um banco foi observado por suspeitos antes de ser abordado. Um dos criminosos puxou a corrente e fugiu correndo. A vítima ainda tentou reagir, mas não conseguiu recuperar o item.
Segundo dados da Secretaria da Segurança Pública, a região central da capital paulista segue com índices elevados de roubos e furtos. Em janeiro deste ano, foram registrados 219 roubos e 733 furtos apenas na área da Sé. Apesar de uma leve queda em relação ao ano anterior, os números ainda preocupam autoridades e moradores.
A Polícia Civil destaca que, nos casos registrados por câmeras, as vítimas não formalizaram boletim de ocorrência — o que dificulta investigações e o direcionamento de ações policiais. O registro é considerado fundamental para mapear a atuação de quadrilhas e reforçar o policiamento em áreas críticas.
Especialistas em segurança apontam que esse tipo de crime costuma ocorrer de forma rápida, com abordagem em grupo e foco em objetos de valor expostos, como correntes, celulares e relógios.
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