André Luís Garcia de Pinho foi condenado por feminicídio triplamente qualificado

Marina Roveda Publicado em 31/03/2023, às 07h59
O promotor de Justiça André Luís Garcia de Pinho, condenado a 22 anos de prisão em regime fechado pelo feminicídio da sua esposa Lorenza Maria de Pinho, está atualmente preso em uma unidade do Corpo de Bombeiros em Belo Horizonte.
Mesmo preso, ele ainda recebe seu salário de R$ 33.689,11 - valor bruto - que cai para R$ 21.522,13 líquidos após descontos. Segundo a lei número 8.625 de 1993, membros vitalícios do Ministério Público (MP) só perdem o cargo após uma decisão judicial transitada em julgado em uma ação civil própria nos casos de prática de crime incompatível com o exercício do cargo. Para que Pinho perca o cargo em definitivo, o Procurador-geral de Justiça de Minas Gerais deve entrar com uma ação civil perante o Tribunal de Justiça local, após autorização do Colégio de Procuradores.
O TJMGesclareceu que Pinho permanecerá na unidade dos bombeiros até o trânsito em julgado do caso e que suas condições atuais serão mantidas, incluindo uma suíte com televisão, geladeira, visitas e refeições.
Leia também

O fim da Ordem Mundial: 2026 e o retorno do "cada um por si"

EXPLÍCITO: MC Mirella apela com vídeo de sexo para promover OnlyFans; assista

SP terá rodízio de veículos suspenso por dois dias devido ao feriado da Revolução Constitucionalista

Radares com inteligência artificial começam a multar motoristas no Rodoanel de São Paulo

VÍDEOS polêmicos de MC Pipokinha em site pornô horrorizam internautas

Médico brasileiro e namorada conquistam marca inédita no Guinness com desafio de beijos

Flávio Bolsonaro diz estar aberto a conversar com Michelle após crise no PL

Incêndio em fábrica de calçados deixa 28 mortos no sudeste da China

STJ determina cobertura obrigatória de cirurgias de feminização facial por planos de saúde

Lula recebe líderes do MST para discutir novas ações humanitárias em apoio à Venezuela após terremotos