O crime teria ocorrido no clube social em Perdizes e o suspeito de setenta e quatro anos foi preventivamente suspenso da instituição após relatos de abuso em banheiro masculino.

Ana Beatriz Publicado em 12/06/2026, às 12h47
A Polícia Civil de São Paulo investiga um caso de estupro de vulnerável envolvendo uma criança de quatro anos, ocorrido nas dependências do Palmeiras, em Perdizes, na Zona Oeste da capital. O crime foi denunciado após a mãe encontrar a menina saindo do banheiro masculino, onde relatou ter sido atraída por um homem de 74 anos que oferecia pipoca.
Exames periciais realizados no Instituto Médico Legal confirmaram lesões físicas na região genital da criança, reforçando as alegações de violência sexual. A investigação está sob a responsabilidade da 3ª Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) Oeste.
A presidente do Palmeiras, Leila Pereira, determinou o afastamento imediato do suspeito e a abertura de uma investigação interna. O clube também está oferecendo suporte jurídico à família da vítima e colaborou com a polícia ao fornecer imagens de segurança do local.
A Polícia Civil de São Paulo abriu uma investigação para apurar uma denúncia de estupro de vulnerável envolvendo uma criança de quatro anos de idade. O crime teria ocorrido na quarta-feira, dia dez de junho, nas dependências da sede social do Palmeiras, localizada no bairro de Perdizes, na Zona Oeste da capital paulista. O caso está sob a responsabilidade e os cuidados da 3ª Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) Oeste.
De acordo com o boletim de ocorrência registrado sobre o episódio, a mãe da vítima deu falta da filha e, ao procurá-la, encontrou a menina saindo do banheiro masculino do clube. Após a insistência da mãe para compreender o que havia acontecido, a criança relatou ter sido atraída por um homem de setenta e quatro anos que estava oferecendo pipoca no local. A menina relatou que o abuso ocorreu após aceitar o alimento.
Diante da denúncia, a vítima foi encaminhada e submetida a exames periciais no Instituto Médico Legal (IML). Os laudos médicos resultantes dos exames constataram a presença de lesões físicas na região genital da criança, confirmando os indícios de violência sexual.
A presidente do Palmeiras, Leila Pereira, determinou o afastamento e a suspensão preventiva imediata do associado apontado como suspeito do crime. Por meio de uma nota oficial emitida pela diretoria, a instituição e a sua dirigente manifestaram profundo repúdio ao ato de violência e anunciaram a abertura de um procedimento de investigação interna. Caso o crime seja formalmente comprovado pelas autoridades, o sócio poderá ser expulso em definitivo do quadro do clube.
O Palmeiras informou também que prestou apoio e suporte jurídico à família da vítima desde o primeiro momento. Além disso, a administração do clube recolheu e entregou voluntariamente as imagens registradas pelo sistema de monitoramento e câmeras de segurança do local para auxiliar a Polícia Civil no andamento e no esclarecimento das investigações.
Legenda da foto: Sede social da instituição em Perdizes, local onde o caso de violência contra a menor de idade foi registrado e que agora é alvo de perícia e investigação policial.
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