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Fiscalização

Polícia apreende medicamentos ilegais para emagrecimento na Rodovia Castello Branco

Passageiras transportavam remédios de origem paraguaia em veículo de aplicativo que seguia de Foz do Iguaçu para São Paulo

Medicamentos ilegais de origem paraguaia apreendidos pelo TOR na Rodovia Castello Branco - Imagem: Divulgação/PMESP
Medicamentos ilegais de origem paraguaia apreendidos pelo TOR na Rodovia Castello Branco - Imagem: Divulgação/PMESP

Erika Osti Publicado em 15/01/2026, às 16h44


A Polícia Militar prendeu duas mulheres nesta quinta-feira (15), na Rodovia Castello Branco, em Porangaba, no interior de São Paulo, após encontrar centenas de medicamentos ilegais para emagrecimento em suas bagagens. A ação foi realizada pelo Tático Ostensivo Rodoviário (TOR) durante uma operação de fiscalização de rotina.

De acordo com os policiais, os produtos estavam escondidos em malas e caixas dentro do veículo abordado. Entre os itens apreendidos havia ampolas e frascos de remédios de uso controlado, sem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A investigação aponta que os medicamentos eram de origem paraguaia, trazidos de forma clandestina para comercialização no Brasil.

As duas passageiras foram detidas em flagrante e encaminhadas à Polícia Federal, que ficará responsável pela investigação. Elas devem responder por contrabando e tráfico de medicamentos, crimes previstos na legislação brasileira.

Especialistas alertam que o consumo de remédios para emagrecimento sem prescrição médica e sem registro oficial representa sérios riscos à saúde, podendo causar efeitos colaterais graves e até levar à morte. A apreensão reforça a preocupação das autoridades com o aumento do contrabando de substâncias usadas para perda de peso, que têm alta procura no mercado paralelo.

A Polícia Militar destacou que operações de fiscalização em rodovias são fundamentais para coibir o transporte ilegal de produtos que colocam em risco a população. A Castello Branco, uma das principais ligações entre o interior e a capital, é frequentemente utilizada por criminosos para o escoamento de mercadorias contrabandeadas.

Com a prisão das duas mulheres e a apreensão dos medicamentos paraguaios, o caso passa agora a ser investigado pela Polícia Federal, que deve apurar a origem da carga e identificar possíveis envolvidos na rede de distribuição.


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