Diário de São Paulo
Siga-nos
Policia

Cardiologista é preso por suspeita de importunação sexual em Ubatuba

Paciente afirmou ter sido apalpada por baixo da blusa durante consulta e polícia apura se há outras vítimas

Justiça decretou prisão preventiva após investigação da DDM no litoral. - Imagem: Divulgação/SSP.
Justiça decretou prisão preventiva após investigação da DDM no litoral. - Imagem: Divulgação/SSP.

Erika Osti Publicado em 12/02/2026, às 18h40


Um médico cardiologista de 58 anos foi preso em Ubatuba, São Paulo, sob suspeita de importunação sexual contra uma paciente, com indícios de que o comportamento não era isolado.

A vítima relatou à polícia que durante uma consulta, o médico a apalpou e tocou em suas partes íntimas, levando a Delegacia de Defesa da Mulher a investigar o caso e solicitar a prisão preventiva.

O mandado de prisão foi cumprido sem resistência e o médico foi encaminhado a uma unidade prisional, enquanto a investigação prossegue para identificar possíveis outras vítimas.

Resumo gerado por IA

Um médico cardiologista, de 58 anos, foi preso preventivamente na manhã desta quinta-feira (12) em Ubatuba, no Litoral Norte de São Paulo, suspeito de importunação sexual contra uma paciente. A prisão foi determinada pela Justiça após investigação conduzida pela Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), que apura o relato feito pela vítima. Segundo a Polícia Civil, há indícios de que o episódio não tenha sido isolado.

De acordo com o boletim de ocorrência, a mulher procurou a polícia e relatou que, durante atendimento médico, foi apalpada na região peitoral por baixo da blusa. Ainda conforme o depoimento, o profissional também teria encostado e esfregado as partes intímas nela. O caso passou a ser investigado pela DDM, que reuniu elementos considerados suficientes para representar pela prisão preventiva.

O mandado foi cumprido por volta das 9h em um condomínio residencial no bairro Mato Dentro. O médico, identificado como Adilson Naldi Dias, foi localizado no imóvel e não apresentou resistência, segundo a polícia. Após a detenção, ele foi levado à delegacia para os procedimentos legais e, em seguida, encaminhado a uma unidade prisional, onde permanece à disposição da Justiça.

O exame de corpo de delito foi realizado como parte dos trâmites da investigação. A Polícia Civil informou que o inquérito continua em andamento, inclusive para verificar se outras pacientes possam ter sido vítimas de situações semelhantes.


últimas notícias