O Kremlin afirmou nesta sexta-feira (25) que nada de terrível acontecerá se os Estados Unidos e seus aliados conseguirem expulsar a Rússia do Grupo dos Vinte

Redação Publicado em 25/03/2022, às 00h00 - Atualizado às 10h05
O Kremlin afirmou nesta sexta-feira (25) que nada de terrível acontecerá se os Estados Unidos e seus aliados conseguirem expulsar a Rússia do Grupo dos Vinte (G20), porque muitos dos membros do bloco estão em guerra econômica com Moscou de qualquer forma.

O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, comentou as declarações do presidente dos Estados Unidos (EUA), Joe Biden, que disse preferir que a Rússia seja retirada do G20, depois de Moscou enviar dezenas de milhares de tropas para a Ucrânia.
“O formato do G20 é importante, mas nas circunstâncias atuais, quando a maioria dos participantes estiver em estado de guerra econômica conosco, nada de terrível acontecerá”, disse Peskov aos repórteres, ao responder a uma pergunta sobre a possível expulsão da Rússia do grupo.
O porta-voz afirmou que o mundo é muito mais diversificado do que os EUA e a Europa. Previu que os esforços norte-americanos para isolar Moscou, que considera até agora só parcialmente eficazes, fracassariam.
Para Peskov, alguns países adotam abordagem mais sóbria em relação à Rússia e não queimam pontes com ela. Ele disse que Moscou vai construir novas direções políticas em todas as áreas.
.
.
.
.
.
Agência Brasil
Leia também

EXPLÍCITO: MC Mirella apela com vídeo de sexo para promover OnlyFans; assista

Lívia Andrade introduz um litro de café no ânus; saiba o motivo

Denúncias contra Prevent Senior foram manipuladas, diz diretor na CPI

VÍDEOS polêmicos de MC Pipokinha em site pornô horrorizam internautas

Mulher é perseguida pelo ex após sair do trabalho e morre esfaqueada em São Vicente

Professor é espancado em estação da Linha 5-Lilás e diz ter sido alvo de homofobia

Espanha supera França, bate recorde de invencibilidade e garante vaga na final da Copa

Flávio Dino cobra explicações do Congresso e amplia investigação sobre emendas parlamentares

Lula sanciona lei que torna obrigatória educação política e cidadania nas escolas

França celebra a Bastilha, mas enfrenta uma batalha pela própria identidade