Nem só de música vive Gustavo Barreto, mais conhecido como Fildzz, vocalista da banda santista Aliados, muito popular entre os jovens da Baixada Santista e de

Redação Publicado em 24/02/2021, às 00h00 - Atualizado às 09h16
Nem só de música vive Gustavo Barreto, mais conhecido como Fildzz, vocalista da banda santista Aliados, muito popular entre os jovens da Baixada Santista e de várias partes do Brasil. Por trás dos palcos, Fildzz carrega em sua rotina vários esportes, que recarregam a bateria do cantor para superar as adversidades da vida.
“Céu e mar, praia, som, surfe… e nada mais vai me faltar” é um trecho de uma música da banda Aliados, que foi formada no início dos anos 2000. A canção já foi muito cantada por Fildzz durante muitos anos, mas o que muitos não sabem é que ela reflete exatamente o que é a vida real do cantor. Além de músico, Fildzz foi da seleção brasileira de ginástica artística e, sempre que pode, vai aonde for com seu skate. Isso sem contar quando pega sua prancha de surfe e ruma para diversas praias do litoral paulista sempre que tem oportunidade.
– Comecei a praticar ginástica aos 10 anos de idade. Eu era uma criança muito imperativa e meu professor de educação física que me indicou uma escolinha que estava abrindo em Santos, aí me inscrevi e comecei a praticar. Ganhei muitos títulos. Foi campeão brasileiro infantil em diversos aparelhos, depois fui para o juvenil e fui campeão em alguns aparelhos. Também fui campeão brasileiro adulto em 1998, sul-americano por aparelho, pan-americano interclubes em 1999 e fui da seleção brasileira por mais de 10 anos – contou Fildzz.
Mas, assim como era quando criança, o esportista continuava sendo uma pessoa imperativa. Fildzz começou a investir na carreira artística, mas dessa vez fora da ginástica. Em meados de 2000, passou a compor canções com seu amigo e guitarrista da banda Aliados, Dudu Golzi. Quando a banda estava conseguindo emplacar suas primeiras canções nas rádios, o atleta e agora músico enfrentou a maior batalha de sua vida. Fildzz conquistou sua maior medalha superando um câncer, em 2004. Após o fato, o atleta voltou com tudo para sua vida artística, tanto nos palcos como no esporte.
– Comecei a surfar. Sempre tive interesse pelo esporte e em surfe especificamente. Tive alguns amigos que me incentivaram e que estavam sempre ali botando pilha para pegar onda – disse o agora surfista, que compara os desafios de evoluir na modalidade com os desafios de evoluir na vida. – Assim como na ginástica, o surfe também me motiva muito nos desafios pessoais, e o fato também de ter um contato com a natureza, estar ali podendo ter essa troca, me despertou o interesse – complementou.
Ginasta, músico e agora surfista. Fildzz tinha tudo para ‘sossegar’ e manter sua rotina repetitiva com tantas paixões já presentes. Mas o instinto de criança imperativa ainda se fazia presente no agora adulto esportista.
– Comecei a andar de skate para evoluir no surfe. O skate é muito mais para andar na rua, não em pista. Também pratico snowboard sempre que posso, mesmo que não tenha aqui no Brasil, foi um esporte que me despertou muito interesse – finalizou.
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Fonte: GE – Globo Esporte.
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