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Esporte

Dívida do Corinthians atinge R$ 2,7 bilhões

Desde 2021, a dívida bruta do clube cresceu R$ 1,087 bilhão, o que representa um avanço de 67,2% no período

O clube também acumula condenações e pendências decorrentes de negociações recentes com outras equipes e jogadores - Imagem: Reprodução
O clube também acumula condenações e pendências decorrentes de negociações recentes com outras equipes e jogadores - Imagem: Reprodução

Redação Publicado em 11/10/2025, às 16h18


O Corinthiansregistrou um novo aumento em seu endividamento, que alcançou a marca de R$ 2,7 bilhões, segundo o balancete financeiro divulgado nesta sexta-feira (10). Desde 2021, a dívida bruta do clube cresceu R$ 1,087 bilhão, o que representa um avanço de 67,2% no período.

De acordo com o relatório, o endividamento total em julho de 2025 é composto por R$ 2 bilhões referentes ao clube e R$ 655,3 milhões ao financiamento da Neo Química Arena, em Itaquera. Em 2024, o valor bruto era de R$ 2,568 bilhões, sendo R$ 1,9 bilhão do clube e R$ 668 milhões da Arena. Isso representa um aumento de R$ 138,9 milhões (ou 5,4%) em relação ao ano anterior.

Comparado a 2021, quando o endividamento total era de R$ 1,619 bilhão — R$ 1,015 bilhão do clube e R$ 603,8 milhões da arena —, o salto financeiro evidencia a deterioração das contas corintianas nos últimos anos.

O clube também acumula condenações e pendências decorrentes de negociações recentes com outras equipes e jogadores. Confira alguns dos principais débitos:

  • Janeiro de 2024 – Santos Laguna (contratação de Félix Torres): R$ 40 milhões;
  • Janeiro de 2024 – Talleres (contratação de Rodrigo Garro): R$ 23,3 milhões;
  • Janeiro de 2024 e 2025 – Shakhtar Donetsk (empréstimo de Maycon): R$ 6,7 milhões;
  • Março de 2024 – Matías Rojas (rescisão contratual): R$ 41,3 milhões;
  • Julho de 2024 – Midtjylland (contratação de Charles): R$ 6,25 milhões;
  • Agosto de 2024 – Philadelphia Union (contratação de José Martínez): R$ 8 milhões.

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