Onde assistir, escalações e cenário do amistoso em Lille

Jorge Simonsen Publicado em 17/11/2025, às 17h37
A Seleção Brasileira volta a campo nesta terça-feira (18), às 16h30 (horário de Brasília), para enfrentar a Tunísia no Decathlon Arena – Stade Pierre-Mauroy, estádio do Lille, na França. O duelo fecha o calendário da equipe em 2025 e serve como mais um teste para Carlo Ancelotti na busca por consistência antes do ano da Copa. A transmissão será de Globo, Sportv e Ge tv.
O Brasil chega embalado após a vitória por 2 a 0 sobre Senegal, no sábado (15), quando exibiu boa intensidade, pressão coordenada e um sistema ofensivo mais fluido. A postura agradou Ancelotti, que pretende manter a mesma linha de jogo.
A principal novidade é a entrada de Wesley na lateral direita. O jogador da Roma substitui Gabriel Magalhães, que deixou o último amistoso lesionado. Com isso, Éder Militão volta a compor a zaga ao lado de Marquinhos, recompondo a dupla que o treinador considera mais sólida.
O italiano também deve seguir testando o 4-2-4 como estrutura inicial, mas mantém a possibilidade de ajustes durante o jogo, dependendo da resposta do meio-campo e da intensidade da Tunísia.
Ederson; Wesley, Éder Militão, Marquinhos e Alex Sandro;
Casemiro e Bruno Guimarães;
Estêvão, Matheus Cunha, Vini Jr e Rodrygo.
Técnico: Carlo Ancelotti.
A Tunísia usa o amistoso como preparação para dois desafios: a reta final das Eliminatórias Africanas e a Copa Africana de Nações. A equipe de Sami Trabelsi aposta em força física, blocos compactos e transições rápidas, modelo que costuma incomodar seleções de mais protagonismo ofensivo.
O país chega motivado pela boa campanha recente e por mais um ciclo de classificação para o Mundial. Ainda assim, encara o Brasil como um teste de alto nível para medir o estágio da equipe.
Dahmen; Valery, Bronn, Talbi e Maâloul;
Skhiri, Ferjani Sassi e Hannibal Mejbri;
Layouni, Sliti e Mastouri.
Técnico: Sami Trabelsi.
A tendência é de um jogo de controle brasileiro, com domínio da posse, pressão pós-perda e amplitude com Estêvão e Vini Jr. Já a Tunísia deve buscar um ritmo mais físico, explorando contra-ataques e erros na saída de bola brasileira.
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