A loja pop-up ficará aberta entre os dias 12 e 16 de novembro no Shopping Vila Olímpia, na zona sul da capital paulista

Jessica Anjos Publicado em 13/11/2022, às 18h07
A inauguração da loja física da Shein em São Paulo, que aconteceu no último Sábado (12), no Shopping Vila Olímpia, foi marcada por longas filas e confusão. E olha que não havia nenhuma liquidação para atrair mais de 7 mil pessoas.
De acordo com a Universa, as pessoas que conseguiram senha para entrar tinham apenas 20 minutos para fazer as compras parecendo uma espécie de "gincana tensa".
Os funcionários da Shein tentavam controlar o fluxo de pessoas enquanto davam assistência às pessoas durante as compras para garantir que a loja não ficasse mega lotada com um rodízio de cerca de 20 pessoas por vez.
"Pessoal, faltam cinco minutos para encerrar o tempo de vocês", dizia um funcionário em um microfone, enquanto os clientes estavam avaliando os produtos nas araras.
Paloma Jesus, 27 anos, influenciadora digital, resolveu desistir antes mesmo de entrar na loja. A menina chegou ao Shopping às 10h, depois de pegar trânsito e pagar por uma corrida de R$100 em app de transporte, porém ficou sabendo que a loja não era o que ela esperava.
"Vim para conhecer e comprar um chinelo nuvem, porque a marca tem várias opções no site, mas já sei que não trouxeram para cá", comentou em entrevista à Universa.
Mas apesar do desgaste esperando horas para conseguir 20 minutos, contados, dentro da loja, não houve muitas desistências. As pessoas permaneceram firmes!
Karina Macedo, 32 anos, saiu do trabalho e foi direto para a fila, que quando chegou já dava volta no quarteirão do shopping. Segundo a moça, ela fez muito esforço para tentar comprar algo.
"Os preços são ótimos. Gostei de um moletom, que pretendia levar de presente, mas eles não têm mais o tamanho que eu quero. De resto, só vi blusas de malha, reda, com estampa e barriga de fora, modelos que não uso", explicou. Após mais de cinco horas na fila, ela e a amiga saíram sem comprar nenhuma peça.
Já Luana Dias, 37 anos, comprou, mas disse não ter encontrado tudo o que queria. O objetivo dela era experimentar os looks, porque no site só comprava lingeries e produtos de decoração para a casa, porque tinha receio de comprar algo que não servisse.
Porém, depois de experimentar, disse que vai passar a comprar pelo site também. "Vou pagar R$65 em um vestido infantil [para a filha]. Em outras lojas do shopping, essa peça não sai por menos de R$100. Este aqui [um modelo de vestido curto] não tem um tecido tão bom, mas só os paetês já compensam. Eu vi um modelo parecido outro dia por R$250, sendo que estou pagando R$118 aqui", apontou.
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