Kerolay Chaves causou outra polêmica ao denunciar o estabelecimento recentemente

Juliane Moreti Publicado em 29/04/2023, às 12h55
Kerolay Chaves alegou que ''voltou a ser virgem'' após passar por uma cirurgia. A influenciadora está sendo muito falada na web após denunciar que foi expulsa de um supermercado por ''roupas impróprias''.
A jovem possui 21 anos e faz conteúdo para plataformas adultas. Uma polêmica também surgiu quando ela disse que fez uma cirurgia de reconstrução de hímen no ano passado para voltar a ter virgindade.
Assim, ela admtiu que ''voltou a ser virgem'' e é a ''última virgem'' da plataforma 18+. Em suas redes sociais, ela exibe fotos do corpo, conta sobre sua rotina, passeios, viagens e treinos em Minas Gerais, onde vive.
Kerolay fez uma denúncia, alegando que sofreu ''gostosofobia'', foi hostilizada e expulsa pelos funcionários de um supermercado. Ela chegou a ser retirada do estabelecimento por utilizar ''roupas impróprias''.
''Acabei de chegar do supermercado e fui hostilizada por usar ''roupas curtas demais''. Algumas pessoas olharam com preoconceito, outras me xingaram e por fim, fui expulsa do local. Vocês acreditam?'', questionou Kerolay aos seguidores.
''Acho um absurdo nós mulheres ainda sermos tratadas dessa forma só pelo fato de nos vestirmos como a gente quer. A verdade é que a gente passa por isso porque somos gostosas demais, só pode'', indagou.
Leia também

Dom Rafael perde direitos dinásticos após anunciar casamento

Frente fria traz garoa e frio intenso para São Paulo nesta semana

Virgínia passa mal, faz teste de gravidez e revela resultado

VÍDEOS polêmicos de MC Pipokinha em site pornô horrorizam internautas

Cratera aberta durante obra da Sabesp interdita três casas em Osasco

Fies: estudantes com parcelas em dia terão mais tempo para quitar financiamento

Cratera aberta durante obra da Sabesp interdita três casas em Osasco

Polícia investiga festa com fuzis em Vigário Geral e suspeita de presença de Peixão

Mulher é encontrada morta em estacionamento de UBS na Zona Sul de São Paulo

Apenas 5% das ações contra políticos no STF terminam em condenação