Evento foi multado e empresário foi perseguido pela polícia

Marina Roveda Publicado em 15/12/2022, às 10h47
Recentemente foi descoberto mais uma polêmica envolvendo o nome do sertanejo Gusttavo Lima. Desta vez, o simpatizante de Jair Bolsonaro (PL), foi pego fazendo um show ilegal para mafiosos durante a pandemia da Covid-19.
Contratado pelo empresário AdilsonOliveira Coutinho Filho, o ‘espetáculo’ do cantor sertanejo aconteceu em maio de 2021, no luxuoso hotel CopacabanaPalace.
Conhecido como ‘Adilsinho’, o ‘empresário’ é acusado de ser um dos membros da “máfia do cigarro”, uma quadrilha que vende cigarros de forma ilegal.
Na época dos fatos, o Copacabana Palace até foi multado e o empresário passou a ser perseguido pela polícia com um mandado de prisão, mas fugiu assim como outros membros da quadrilha. Com mais de um ano de investigação, o STJdeterminou recentemente o trancamento do mandado de prisão do empresário. Segundo informações do “Jornal Extra”, “a medida de busca e apreensão foi decretada apenas com base em acordo de colaboração premiada.”, o que vai contra a lei.
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