A Unicamp retoma nesta segunda-feira (14) todas as aulas e atividades presenciais nos campi após dois anos de interrupção por conta da Covid-19. A instituição

Redação Publicado em 14/03/2022, às 00h00 - Atualizado às 09h23
A Unicamp retoma nesta segunda-feira (14) todas as aulas e atividades presenciais nos campi após dois anos de interrupção por conta da Covid-19. A instituição foi a primeira universidade pública do Brasil a aplicar a medida na pandemia e a volta de todos os alunos às salas, laboratórios e demais estruturas ocorre mediante cumprimento de protocolos sanitários e com uma programação especial de recepção com foco na defesa da ciência, além da distribuição de 16,2 mil livros aos estudantes.
Desde meados do ano passado, a universidade estadual anunciou e implementou uma série de ações com foco em segurança sanitária para definir o retorno efetivo. Ele chegou a ser previsto inicialmente para 3 de março, mas foi adiado para ampliar o período de adaptações ao contexto sanitário.
A maioria das medidas foi elogiada pelos estudantes, mas a proposta de “salas gêmeas”, espaços com tecnologias de filmagem e transmissão ao vivo, foi criticada e chamada de “EAD presencial”.
O planejamento divulgado pela Unicamp passa pela garantia de distribuição de álcool em gel e máscaras dos tipos N94 ou PFF2 para todos os integrantes da comunidade acadêmica. Os itens são parte de um investimento na casa de R$ 189 milhões que a universidade separou para melhorias de infraestrutura e garantir o retorno das aulas presenciais. Deste total, R$ 101 milhões são na assistência e permanência estudantil, sendo quase metade destinada para as bolsas acadêmicas e sociais.
A universidade explicou que R$ 25 milhões são direcionados ao processo de retomada, aplicados da seguinte forma: reestruturação dos restaurantes, adaptação de espaços de ensino e convivência, compra dos equipamentos de proteção individual e infraestrutura tecnológica, além de acréscimos contratuais para serviços de higienização de ambientes. Além disso, mais R$ 22,6 milhões são voltados para a modernização, incluindo a manutenção dos softwares corporativos, além dos projetos de digitalização e virtualização da universidade, e renovação do parque computacional.
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G1
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