Um mundo de raridades, beleza e fascínio. Mostra que o Brasil é um dos maiores produtores de pedras preciosas do mundo e algumas delas estão entre as mais

Redação Publicado em 28/08/2021, às 00h00 - Atualizado às 09h42
Um mundo de raridades, beleza e fascínio. Mostra que o Brasil é um dos maiores produtores de pedras preciosas do mundo e algumas delas estão entre as mais valiosas que existem.
Você sabia que uma das pedras mais raras do mundo foi encontrada primeiro no Brasil? A turmalina paraíba foi descoberta no início da década de 1980 na região do Seridó, que fica entre a Paraíba e o Rio Grande do Norte. Área é uma das mais ricas em pedras do Brasil. Um grama de turmalina paraíba pode chegar a ser vendido a R$ 4,5 milhões.

Um grama de turmalina paraíba pode chegar a ser vendida a R$ 4,5 milhões — Foto: Globo Repórter/ Reprodução
O Rio Grande do Norte também se destaca também pela extração da água marinha, uma pedra não tão valiosa como a turmalina paraíba, mas que chama a atenção pela beleza.
A Rainha Elizabeth II já foi presenteada com joias de água marinha que saíram de uma mina em Tenente Ananias. O conjunto brasileiro – formado por tiara, brincos, colar e broche – foi um presente dado, em 1953, pelo então embaixador em Londres Assis Chateaubriand.
Já o topázio imperial só é achado em Ouro Pedro, Minas Gerais. Segundo o gemólogo Cesar Mendonça, a pedra é encontrada em uma pequena faixa de terra de apenas 40 km². Atualmente, apenas duas minas têm licença ambiental para explorar o topázio imperial na cidade.

O topázio imperial só é achado em Ouro Pedro, Minas Gerais — Foto: Globo Repórter/ Reprodução
Pindobaçu, na Bahia, é conhecida como a capital das esmeraldas. A cidade de pouco mais de 20 mil habitantes fica na Serra da Carnaíba. As primeiras esmeraldas na região foram descobertas há quase 60 anos.
No Sul do Brasil, na divisa entre Rio Grande do Sul e Santa Catarina, Ametista do Sul atrai turistas com loja, restaurante e museu feitos de ametista. Na praça principal da cidade tem uma igreja com as paredes revestidas por 40 toneladas de pedras. Até a pia batismal é um geodo – uma formação rochosa cheia de ametista. Deu vontade de ir até lá, né?

Hotel subterrâneo em Ametista do Sul — Foto: Globo Repórter/ Reprodução
De um lado, a beleza. De outro, a devastação. Em busca de ouro e diamantes, os garimpos avançam em terras indígenas. Em Roraima, por exemplo, indígenas montam postos de fiscalização para tentar conter o avanço do garimpo. A Polícia Federal investiga denúncias de exploração de garimpo ilegal.

A busca de ouro e diamantes em terras indígenas é a última fronteira dos garimpos ilegais no Brasil — Foto: Globo Repórter/ Reprodução
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Fontes: G1 – Globo.
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