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Após vendaval, governo do Paraná e moradores iniciam reconstrução

Devastada por ventos que ultrapassaram 330 km/h, Rio Bonito do Iguaçu enfrenta uma dura batalha para se reerguer após o vendaval que deixou rastros de destruição e resultou em sete mortes

Cidades vizinhas, como Cascavel, se unem para fornecer apoio logístico e humanitário aos desabrigados - Imagem: Reprodução / Samu / Sesa
Cidades vizinhas, como Cascavel, se unem para fornecer apoio logístico e humanitário aos desabrigados - Imagem: Reprodução / Samu / Sesa

William Oliveira Publicado em 12/11/2025, às 12h00


Após um violento vendaval que devastou Rio Bonito do Iguaçu, no Paraná, a cidade luta para se reerguer. O fenômeno, com ventos superiores a 330 km/h, destruiu casas e instituições públicas, resultando em sete mortes e deixando ao menos 835 pessoas feridas, segundo boletim divulgado nesta terça-feira (11).

O vendaval atingiu diversas instituições educacionais, incluindo o ginásio de um colégio estadual, cuja estrutura ficou completamente destruída. Para garantir a retomada das atividades escolares, uma força-tarefa do governo municipal e estadual foi criada, com previsão de reabertura das escolas em fevereiro de 2026. As obras estão programadas para iniciar na próxima segunda-feira.

Além da reconstrução das escolas, o governo do Paraná informou que mais de 1.300 cidadãos já se cadastraram para receber assistência financeira ou material. A solidariedade da comunidade tem sido essencial: pontos de arrecadação foram montados para coleta de itens essenciais, como produtos de limpeza, água potável e protetor solar.

Cidades vizinhas, como Cascavel, também têm fornecido apoio logístico e humanitário. Antecipando a previsão de novas chuvas, a 15ª Brigada do Exército disponibilizou barracas para abrigar os moradores que ficaram desabrigados.


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