
por André Molinari
Publicado em 23/07/2025, às 09h12
Sou André Molinari, terapeuta vibracional, oraculista e sacerdote de Candomblé, com mais de 20 anos de sacerdócio e mais de 30 mil atendimentos realizados ao longo da minha caminhada. Minha missão é clara: ensinar as pessoas a encontrarem Deus dentro de si – e fora das amarras religiosas.
Minha trajetória na espiritualidade não começou com dogmas, mas com inquietações. Desde jovem, senti que havia algo além do que me contavam nas estruturas tradicionais. Aos poucos, fui me aprofundando nos oráculos, nas energias sutis, nas forças da natureza e nos caminhos sagrados dos Orixás. Com o tempo, compreendi que Deus não está trancado dentro de um templo, mas vibra em cada ser, em cada gesto, em cada respiração consciente.
Rompendo Paradigmas Religiosos
Por séculos, nos ensinaram que espiritualidade é sinônimo de religião. Que, para se conectar com o divino, era necessário seguir uma hierarquia, um livro sagrado, uma série de “pode” e “não pode”.
Mas a espiritualidade real não é uma prisão. Ela é liberdade.
Rompemos paradigmas quando compreendemos que espiritualidade não é sobre pertencer a uma instituição, mas sobre estar inteiro consigo mesmo e com o universo. É possível ser espiritual sem ser religioso. É possível amar a Deus sem intermediários. É possível cultuar Orixás, meditar com Buda e orar com Maria – tudo ao mesmo tempo, se isso fizer sentido para a alma.
Inclusão e Universalismo: O Sagrado Habita em Todos
A espiritualidade que defendo e vivo na prática é inclusiva. Não exclui pela cor, orientação sexual, gênero, classe social ou sistema de crença. O sagrado habita em todos – sem exceção.
No terreiro, na consulta oracular, no atendimento terapêutico, vejo a divindade se manifestando em formas diversas, todas legítimas, todas potentes. O universalismo espiritual é o entendimento de que há muitas linguagens para o amor divino, e todas elas podem nos levar à cura, à consciência e à liberdade interior.
Espiritualidade no Dia a Dia: Como Viver Bem na Prática
Espiritualidade não é só ritual. É uma escolha diária. Abaixo, compartilho algumas práticas simples para cultivar uma espiritualidade viva e transformadora:
Espiritualidade é Liberdade e Amor
O mundo precisa de mais pontes e menos muros espirituais. A fé que exclui, condena ou limita não vem do espírito – vem do ego. O sagrado é amor, e o amor não segrega.
Minha jornada me ensinou que cada pessoa é uma centelha divina em busca de si mesma. E o maior milagre acontece quando você descobre que Deus não está fora, mas mora dentro de você.
Se esse texto tocou o seu coração, talvez seja hora de deixar velhos paradigmas para trás e viver uma espiritualidade livre, prática, inclusiva e profundamente transformadora.
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