
por Agenor Duque
Publicado em 23/01/2024, às 07h12
Em mais uma de suas típicas bravatas durante os discursos e, em suas recentes decisões, o ex-presidiário e atual presidente Lula, mostra cada dia mais, seu claro desrespeito (leia-se ódio) aos cristãos e um verdadeiro esquema de retaliação contra líderes religiosos que não se venderam à agenda do petista quando este ainda estava em campanha. A revogação da isenção tributária sobre a remuneração de líderes religiosos, é apenas mais um capítulo desse esquema.
O ex-presidiário que já se comparou até mesmo com Jesus Cristo e afirma ser “a alma viva mais honesta” do mundo em suas palavras, não poupou críticas aos pastores que não o apoiaram especialmente durante o período de campanha eleitoral, mas também agora em seu (des)governo. Declarou que estes são mentirosos, parte de um plano iniciado com o impeachment de Dilma Rousseff, e afirmou que "o inferno os aguarda por tanta mentira". Essa retórica agressiva, típica de regimes autoritários, expõe a intolerância e o ódio de Lula contra os cristãos. A declaração foi dada em seu discurso durante a retomada dos investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) na refinaria Abreu e Lima.
Uma das estratégias utilizadas nesse esquema de retaliação, foi a revogação do Ato da Receita Federal, que diferenciava a "prebenda pastoral" da remuneração direta de líderes religiosos, esquentando os debates quanto à real motivação por trás dessa decisão. A explicação oficial foi de que o (des)governo estaria tentando esclarecer questões previdenciárias, já que precisava de uma justificativa diante das críticas recebidas por parte da bancada evangélica. O deputado Sóstenes Cavalcante afirmou que o Ato (que já existia nos governos anteriores, mas que foi defendido firmemente pelo governo Bolsonaro) visava evitar multas ilegais a instituições religiosas, garantindo a imunidade tributária prevista na Constituição.
A bancada evangélica, por sua vez, não poupou críticas à decisão da Receita Federal exercida em obediência ao “mestre da gastança” que busca até nas nuvens uma forma de ganhar mais dinheiro para custear suas luxuosas viagens internacionais com a esposa esbanjadora e também para seus conluios políticos. O deputado Marco Feliciano classificou a revogação como uma "vingança travestida de perseguição religiosa", enquanto o líder da bancada, Silas Câmara, considerou-a "lamentável" e "incompreensível". A senadora Damares Alves apontou a decisão como uma forma de perseguição aos evangélicos.
A hipocrisia do (des)governo Lula fica evidente ao atacar a isenção fiscal para líderes religiosos, enquanto ignora os benefícios exorbitantes concedidos a deputados, senadores e ministros, que recebem auxílios extras que são muito superiores a seus próprios salários. Enquanto os líderes religiosos veem os seus direitos constitucionais sendo desrespeitados, o (des)governo Lula trabalha dia e noite para que o Estado enriqueça cada vez mais e, consequentemente contribuindo para o empobrecimento da população.
A nota da Frente Parlamentar Evangélica (FPE) expressou perplexidade diante da decisão do (des)governo federal, enfatizando que essa ação é mais um exemplo dos ataques sistemáticos contra o segmento cristão. A FPE destacou também a "grave insegurança jurídica" gerada pela medida, que vai contra os preceitos da Constituição Federal, na LEI Nº 8.212, de 24 de julho de 1991. Enquanto a população assiste a um autointitulado “governo da união e reconstrução” atacando aqueles que não se alinham à sua ideologia, o ex-presidiário e atual presidente alimenta cada dia mais o seu ódio pessoal, relegando os pastores a "seus devidos lugares", como expressou o deputado Magno Malta.
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