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Dia a Dia

TikTok: a influência das redes sociais no julgamento de Amber Heard e Johnny Depp

O processo foi o mais comentado, postado e compartilhado da história e todos tinham um lado e uma opinião sobre

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Yasmine Bedward, de 30 anos, gerente de redes sociais, viralizou no TikTok após publicar um vídeo dando sua opinião sobre o julgamento de Johnny Depp e Amber Heard na plataforma. “Ninguém na minha vida real se importou com minhas ideias sobre esse assunto, então, como fazem os millenials, fui para o TikTok“, disse .

Um dos vídeos mais icônicos da menina na rede social, foi o que compara os dois psicólogos que participaram do julgamento. O post superou 4,3 milhões de visualizações, sendo quase a audiência de um telejornal noturno americano.

O que surpreende também é o número de visualizações de vídeos no TikTok com a hashtag #justiceforjohnntdepp que é de aproximadamente 18 bilhões até o momento.

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#justiceforjohnnydepp no Tiktok / Imagem: reprodução Tiktok

Com o julgamento vimos que o conceito de “mídia de massa”, ou seja, um meio dominado por poucas organizações de notícias não tem mais influência como antes, principalmente com a chegada das redes sociais.

Mesmo após toda a repercussão do primeiro julgamento de 2017, ocorrido no Reino Unido, a internet ficou desconfiada de Amber Heard e no processo recente, já nos primeiros dias no tribunal, em que a equipe de Johnny Depp apresentou sua defesa e provas, ficou claro que os internautas estavam totalmente do lado do ator.

O que evidenciou a contradição com o julgamento anterior, foi a forma como o caráter e o depoimento da atriz foram questionados, preocupando os ativistas que defendem vítimas de violência doméstica.

Uma empresa israelense, Cyabra, especialista em rastrear desinformação online, acompanhou o caso. O método usado pela companhia é verificar as contas que estão distribuindo memes, vídeos e comentários e confirmar se são contas verdadeiras.

Rafi Mendelsohn, o porta-voz da empresa, comentou que: “Desde o início do julgamento, estávamos bastante interessados em ver o que as pessoas estão dizendo de verdade e quanto dessa conversa é movimentada por contas falsas. Ficamos surpresos ao notar que quase 11% da discussão online em torno do julgamento foi conduzida por contas falsas, o que é um número muito alto”.

Por fim, Rafi ressaltou: “O problema é provar quem está por trás das contas falsas. Tudo o que se pode dizer é que esse padrão de contas falsas está se espalhando cada vez mais da política para outras partes da vida pública”.

No atual confronto entre Heard e Deep, todos tiveram o mesmo acesso ao conteúdo do processo, não houve segredo de justiça, além de que os jornalistas e o público em casa tinham o mesmo acesso ao tribunal. O que permitiu milhões de internautas se envolver e discutir o caso.

Podemos dizer que aboliu fronteiras do tradicional jornalismo e acesso a informação, bem como a linguagem e convenções estilísticas. Apesar dos robôs e contas falsas, são apenas 11%, o restante dos 89% são pessoas reais participando e engajando sobre o julgamento e muitas querendo justiça e a verdade dos fatos.

Com informações do G1

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