Carnaval 2025

CNJ promove campanha para proteção de crianças durante o Carnaval

Com o slogan 'A proteção é o enredo da nossa folia', CNJ divulga mensagens educativas para prevenir abusos contra crianças no Carnaval

CNJ promove campanha para proteção de crianças durante o Carnaval - Imagem: Reprodução / Freepik

William Oliveira Publicado em 15/02/2025, às 11h59

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) está se preparando para participar ativamente do Carnaval de 2025, com o objetivo de garantir a proteção de crianças e adolescentes contra abusos. Em continuidade ao seu engajamento social, o CNJ estará novamente nas ruas com o "Bloco do Respeito", promovendo a conscientização sobre os direitos dos jovens.

Entre os dias 27 de fevereiro e 6 de março, as plataformas digitais do CNJ divulgarão uma série de mensagens educativas que buscam prevenir violações aos direitos das crianças. A campanha deste ano adota o slogan "A proteção é o enredo da nossa folia", enfatizando a importância de mobilizar a sociedade em torno da segurança dos menores durante as festividades.

A proposta é transformar cada participante do Carnaval em um defensor dos direitos das crianças, especialmente em um contexto onde houve um aumento significativo nas denúncias de abusos. Dados recentes apontam que, em 2024, as violações contra essa faixa etária cresceram 30%, conforme relatado pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania. As principais ocorrências incluem maus-tratos, negligência e abuso sexual.

Como parte da campanha, serão divulgadas orientações práticas para os pais, como a utilização de pulseiras identificadoras para as crianças durante os eventos. Além disso, haverá um foco na promoção dos canais de denúncia e nas medidas que devem ser adotadas em casos de importunação sexual. A iniciativa também abordará temas como igualdade e respeito aos direitos humanos, abrangendo todas as pessoas independentemente de sua origem, gênero ou orientação sexual.

Em 2025, a campanha contará com o apoio do Instituto Alok — que já colaborou no ano anterior — além da participação da Organização das Nações Unidas (ONU Brasil), do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, da Prefeitura de Salvador e do Tribunal Superior do Trabalho (TST). 

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