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"A internet criou": Mulher apontada como 'Japinha do CV' nega boatos e afirma estar viva após operação no Rio

Maria Eduarda, conhecida como “Penélope”, desmentiu nas redes sociais a própria morte e disse que a 'Japinha do CV' não existe

Maria Eduarda se pronunciou nas redes e disse querer deixar o passado para trás - Imagem: Reprodução | Redes Sociais

Lívia Gennari Publicado em 12/11/2025, às 11h00 - Atualizado às 20h06

A jovem Maria Eduarda, conhecida nas redes sociais como “Penélope” e apontada por boatos como a suposta “Japinha do CV”, se pronunciou nesta semana para desmentir rumores de que teria sido morta durante a megaoperação da Polícia Civil nos complexos da Penha e do Alemão, no Rio de Janeiro, realizada no fim de outubro. Em um vídeo publicado em suas redes, ela apareceu sorridente e ironizou os boatos que circularam nos últimos dias.

“Oi, meu nome é Maria Eduarda. Boatos que eu tinha morrido. Então, eu tô viva. Isso tudo foi o que a internet criou”, afirmou.

Ela também negou o apelido “Japinha do CV”, nome que passou a ser associado a ela em publicações após a ofensiva: “Essa tal de Japinha que estão falando aí... não sou eu. Essa menina não existe. Japinha não existe”, disse.

Maria Eduarda contou ainda que vem tentando se afastar de situações ligadas ao seu passado, sem especificar a que se referia. “Tenho minha vida, minha história. Tem coisas da minha vida que eu prefiro deixar no passado, e que eu não levo mais pra minha vida hoje em dia”, declarou.

Penélope falou sobre passado e rumores | Imagem: Reprodução

Entenda o caso

Os rumores sobre a suposta morte de Maria Eduarda começaram após a divulgação de uma imagem que mostrava um corpo com um ferimento no rosto, identificado por alguns como sendo de “Penélope”. A Polícia Civil do Rio, porém, desmentiu a informação. Segundo a corporação, todas as vítimas da operação eram homens.

Ainda conforme a investigação, o corpo inicialmente apontado como sendo de Maria Eduarda era, na verdade, de Ricardo Aquino dos Santos, de 22 anos, um traficante baiano ligado ao Comando Vermelho. Ele foi atingido por um disparo de fuzil durante o confronto. Ricardo tinha dois mandados de prisão em aberto e era acusado de roubo e porte ilegal de arma.

Confira o pronunciamento de Maria Eduarda, publicado nas redes sociais: 

Da especulação ao destaque nas redes

A repercussão do caso fez o nome de Maria Eduarda se espalhar rapidamente pelas redes sociais. Desde que os boatos sobre sua suposta morte começaram a circular, a jovem viu sua popularidade disparar: Penélope alcançou mais de 400 mil seguidores no Instagram, após a circulação dos boatos.

Nas redes, o interesse pelo caso gerou uma enxurrada de comentários e teorias, misturando curiosidade, especulação e críticas sobre a forma como a internet transforma tragédias e operações policiais em narrativas virais.

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