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Trump avalia revisão de tarifas comerciais em próximas semanas

O presidente dos EUA acredita na viabilidade de um 'acordo especial' com a China, mas tarifas permanecem como opção

O presidente dos EUA acredita na viabilidade de um 'acordo especial' com a China, mas tarifas permanecem como opção - Imagem: Reprodução / X / @TrumpBarron__

Gabriela Thier Publicado em 24/04/2025, às 19h30

Na quarta-feira (23), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a possibilidade de reavaliação das tarifas comerciais em um período de "duas a três semanas". Durante sua fala, Trump ressaltou que, na ausência de um acordo satisfatório com certos países ou empresas, os EUA poderão implementar tarifas "justas" de forma unilateral como parte de sua estratégia de proteção econômica.

Em um movimento anterior, datado de 9 de abril, Trump optou por suspender por 90 dias as chamadas tarifas recíprocas, visando facilitar negociações bilaterais. O presidente também mencionou a possibilidade de um "acordo especial" com a China, afirmando que acredita na viabilidade de chegar a ótimos acordos. Ele declarou: "Caso não consigamos um entendimento com uma empresa ou nação, iremos estabelecer uma tarifa. Recentemente definimos uma tarifa e espero que isso ocorra nas próximas semanas. Isso pode incluir a China também. Estamos lidando com diversas situações simultaneamente, mas buscamos ser justos".

Além disso, Trump reconheceu que considera a tarifa de 145% imposta à China como "muito alta". No entanto, ao ser questionado sobre possíveis preocupações em relação ao impacto dessa sobretaxa sobre pequenos negócios americanos e se cogitou uma redução nas tarifas, ele afirmou: "Não, eu não reduzi. A tarifa permanece em 145%. Reconheço que é uma taxa elevada e isso implica que a China não está comercializando conosco. Um número tão alto encarece os produtos e compromete suas vendas. Contudo, mantenho uma boa relação com o presidente Xi Jinping e espero que possamos alcançar um acordo. Se isso não ocorrer, definiremos um preço e, quem sabe, eles venham a colaborar conosco; se não vierem, tudo bem também".

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