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Informalidade no Brasil cresce: 38,8% dos trabalhadores sem carteira no 3º tri de 2024

São Paulo está entre as menores taxas

São Paulo está entre as menores taxas - Imagem: Reprodução / Tania Rego / Agência Brasil

Gabriela Thier Publicado em 22/11/2024, às 17h25

No período referente ao terceiro trimestre de 2024, o Brasil constatou uma taxa de informalidade de 38,8%, de acordo com os dados revelados pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), conduzida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Entre os estados brasileiros, Pará destacou-se com o maior índice, atingindo 56,9%, seguido por Maranhão e Piauí, que registraram taxas de 55,6% e 54,5%, respectivamente. Em contrapartida, as menores taxas foram observadas em Santa Catarina (26,8%), no Distrito Federal (30,2%) e em São Paulo (30,6%).

Quando a análise é segmentada por grupos étnicos, verifica-se que a informalidade atinge 33,5% entre brancos, enquanto entre pretos essa taxa sobe para 41,8%, e entre pardos chega a 43,2%. A pesquisa também revelou disparidades baseadas no gênero: homens apresentam uma taxa de informalidade superior, de 40,1%, em comparação com 37,1% observado entre as mulheres. Em síntese, o levantamento apontou que a taxa geral de informalidade no país manteve-se em 38,8% durante o referido trimestre.

IBGE Pnad Contínua Trabalho informal

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