Agenor Duque Publicado em 10/11/2024, às 08h23
Em sua primeira entrevista como presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump reafirmou seu compromisso na deportação em massa de imigrantes ilegais. Prometendo “a maior deportação da história”, Trump não escondeu sua determinação de endurecer as leis de imigração, defendendo que é uma medida necessária para proteger a segurança e a soberania nacional. Durante a campanha, esse posicionamento atraiu um número recorde de votos de diferentes grupos, inclusive de latinos, uma resposta direta à falta de políticas eficientes dos governos progressistas que abriram as portas ao caos, seja por razões políticas ou ideológicas.
Trump, cuja vitória é vista como um sinal de que os americanos desejam um retorno aos valores tradicionais e ao respeito pela lei, enfrentou um bombardeio da mídia progressista, alinhada aos interesses da esquerda mundial. Essas instituições, muitas vezes financiadas por governos democratas, tentaram pintar Trump como um “vilão” por implementar políticas de segurança rígidas, mas são as mesmas que defendem abertamente medidas permissivas que desmantelam a ordem e a moral. Para essas mídias, proteger a fronteira americana parece “radical”, mas abrir os braços para todos os que cruzam ilegalmente não gera qualquer crítica, mesmo que o crime e a insegurança avancem.
O presidente eleito já declarou que deseja abrir as portas para imigrantes, mas apenas para os que realmente buscam contribuir com o país e respeitá-lo. “Queremos que entrem pessoas que amam o país e querem viver legalmente”, afirmou Trump. A ideia é que o processo migratório seja seguro, controlado e composto por quem demonstre compromisso com os valores e com a paz dos Estados Unidos. Afinal, é justo e compreensível que um país como os EUA, cuja história foi construída com trabalho árduo e respeito, escolha quem pode entrar e permanecer em seu solo e seria irresponsável não impor limites ao que claramente está ameaçando a segurança e o bem-estar dos cidadãos americanos.
Com milhões de imigrantes ilegais no país e redes de tráfico humano nas fronteiras, Trump propõe medidas de deportação nunca antes vistas, visando reduzir drasticamente o número de pessoas em situação ilegal. Trump também pretende reforçar a presença militar na fronteira, para evitar que os agentes de imigração sejam sobrecarregados pela enorme pressão migratória. O plano não apenas busca a expulsão de até um milhão de imigrantes por ano, mas também inclui o corte da cidadania automática para filhos de estrangeiros ilegais, uma prática que incentiva a imigração sem controle.
A esquerda americana, liderada até o momento por figuras como Kamala Harris, vice-presidente no governo Biden, representa o oposto dessa política. A postura dos democratas, marcada pela falta de ação e de medidas concretas para proteger as fronteiras, é amplamente criticada, não apenas pela ineficácia, mas por permitir que a criminalidade avance. É comum ver os veículos de mídia progressistas defendendo políticas de fronteira frouxas, sob o argumento de “humanidade” e “tolerância”, mas ignorando os crimes cometidos por muitos desses imigrantes. E não são apenas os EUA que sofrem com a invasão de fronteiras: o Brasil, a Colômbia, o Peru, e tantos outros países vizinhos lidam com ondas migratórias de venezuelanos, por exemplo, cujos índices de criminalidade e vandalismo estão crescendo na velocidade da luz, levando esses países à beira do caos.
Trump destacou ainda o apoio inédito entre eleitores latinos, mulheres e jovens. Esses eleitores, geralmente cativos dos democratas, parecem cansados das promessas vazias e da retórica progressista que prioriza a agenda ideológica sobre o bem-estar e a segurança pública. Trump acredita que seu sucesso nas urnas é uma evidência de que os americanos querem ordem e uma mudança nas leis de imigração.
A esquerda mundial, sempre com discursos sobre “inclusão” e “justiça social”, alimenta uma crise de segurança nos países em que governa, enquanto impõe suas narrativas para desviar a atenção da realidade. A soberania nacional, ao que parece, é algo de que a esquerda não quer saber.
A decisão de Trump em manter-se firme na deportação em massa, custe o que custar, é uma resposta ao fracasso das políticas progressistas e ao perigo real que a imigração ilegal descontrolada representa. Diferente do que a mídia alinhada tenta alegar, Trump não está tentando impedir a entrada de imigrantes no país. Ao contrário, o que ele defende, e tem o apoio de grande parte dos americanos, é que quem deseje viver nos EUA o faça legalmente, com respeito e lealdade aos valores da nação.