Ao vetar a lei que libera templos da fiscalização sonora por meia hora, em pelo menos dois dias por semana, o prefeito Edinho Araújo (MDB) assume o risco de

Redação Publicado em 16/07/2018, às 00h00 - Atualizado às 15h10
Ao vetar a lei que libera templos da fiscalização sonora por meia hora, em pelo menos dois dias por semana, o prefeito Edinho Araújo (MDB) assume o risco de ser observado pelas lideranças religiosas de uma outra forma. Em meio a padres e pastores, Edinho sempre teve boa imagem. Mesmo com um leve apoio do Conselho de Pastores, que entende que a lei federal argumentada pelo prefeito fala mais alto que a lei municipal, outros pastores, não vinculados ao Conselho, já se mobilizam.
O apoio do Conselho de Pastores ao veto, baseado em uma lei federal, pode não ter o significado esperado pelo governo. Outras lideranças religiosas, inclusive padres, arregimentam forças para pressionar vereadores da base pela derrubada do veto. O fato de Edinho professar fé cristã, de alguma forma leva os religiosos pensar que ele defenderia toda proposta do segmento. É bom lembrar, também, que Edinho é prefeito e não líder religioso, mesmo sendo calvinista.
Leia também

EXPLÍCITO: MC Mirella apela com vídeo de sexo para promover OnlyFans; assista

Instagram Plus chega ao Brasil por R$ 10 por mês e marca nova aposta da Meta em assinaturas

Policial civil é preso após fazer família refém em Mauá

Steven Spielberg diz que Estados Unidos levaram ET de Varginha para o país

A responsabilidade dos vereadores e os direitos fundamentais dos profissionais de saúde

'Salário não está à altura do trabalho', diz ministro do STJ

Flávio Bolsonaro pede que STF declare Moraes suspeito em processos ligados a Vorcaro

Instagram Plus chega ao Brasil por R$ 10 por mês e marca nova aposta da Meta em assinaturas

Mulher é achada morta dentro de residência; companheiro teria admitido crime em mensagem enviada à família

Após críticas, Romário muda posição e passa a defender fim da escala 6x1