Em fevereiro, a taxa média de juros do cheque especial caiu 0,04 ponto percentual em relação ao mês anterior, segundo levantamento da Fundação Procon, em São

Redação Publicado em 07/02/2020, às 00h00 - Atualizado às 17h51
Em fevereiro, a taxa média de juros do cheque especial caiu 0,04 ponto percentual em relação ao mês anterior, segundo levantamento da Fundação Procon, em São Paulo.
No cheque especial, a taxa média dos bancos estava em 7,96% ao mês. O único banco que apresentou queda em sua taxa foi o Banco do Brasil, de 7,73% ao mês.
Já no empréstimo pessoal, a taxa média de juros estava em 6,17% ao mês, sem alteração em comparação a janeiro.
O Banco Central, por meio da Resolução nº 4.765, de 27 de novembro de 2019, limitou a cobrança da taxa de juros do cheque especial para pessoa física em 8% ao mês. A Resolução passou a vigorar em 6 de janeiro deste ano.
Especialistas da Fundação Procon alertam o consumidor para ter cautela ao fazer compras, evitando contrair dívidas, já que as taxas cobradas pelos bancos ainda estão elevadas. Segundo o Procon, os juros cobrados sobre o cheque especial são o segundo maior do mercado financeiro, atrás apenas das taxas cobradas sobre o uso do cartão de crédito.
O levantamento foi feito no dia 4 de fevereiro no Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Itaú, Safra e Santander.
AGENCIA BRASIL
Leia também

Dom Rafael perde direitos dinásticos após anunciar casamento

Loja de fotografia é destruída por incêndio em Campinas; câmeras registram ação de suspeito

Motorista de Porsche morre após colisão contra mureta na Rodovia dos Imigrantes

A Fazenda 18 já tem data de estreia; saiba qual

Quase 900 cobras escapam de criadouro durante enchentes no sul da China

Polícia investiga festa com fuzis em Vigário Geral e suspeita de presença de Peixão

Apenas 5% das ações contra políticos no STF terminam em condenação

CPTM amplia pagamento de bilhetes via Pix para todas as estações do sistema

Josh Grisetti, estrela de musicais da Broadway, morre aos 44 anos

Moraes suspende visitas de Flávio Bolsonaro ao pai por 90 dias e investiga possível propaganda eleitoral antecipada