O Santander prevê que o desemprego no Brasil vai aumentar em 2,5 milhões de pessoas no pico da crise econômica provocada pelo coronavírus. Em revisão de

Redação Publicado em 06/04/2020, às 00h00 - Atualizado às 15h18
O Santander prevê que o desemprego no Brasil vai aumentar em 2,5 milhões de pessoas no pico da crise econômica provocada pelo coronavírus. Em revisão de cenário divulgada nesta segunda-feira (6), o banco avalia que o pior momento do mercado de trabalho ocorrerá ao fim do segundo trimestre.
Com a expectativa de melhora da atividade econômica a partir do terceiro trimestre, o mercado de trabalho, segundo o banco, deve ter alguma resposta positiva, mas o contingente de desocupados ainda vai encerrar este ano com acréscimo de 1,5 milhão de trabalhadores. Com isso, a taxa média de desemprego deve ficar em 12,3%, acima da observada 2019, quando foi de 11,9%.
Em janeiro, na última leitura do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil tinha 11,9 milhões de desempregados.
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