Desde 18 de outubro, manifestantes tomam as ruas do Chile por melhoras nas condições de vida. Os protestos que se iniciaram com o aumento de 30 pesos nas

Redação Publicado em 01/02/2020, às 00h00 - Atualizado às 23h02
Desde 18 de outubro, manifestantes tomam as ruas do Chile por melhoras nas condições de vida. Os protestos que se iniciaram com o aumento de 30 pesos nas tarifas de metrô, também englobaram mudanças nos serviços de saúde, educação, aposentadorias e até na Constituição.
Na última semana, outros protestos violentos começaram na cidade de Santiago. Durante uma briga entre torcidas organizadas e a autoridades locais, na última terça-feira (28), um torcedor do clube de futebol Colo-Colo morreu atropelado pelo caminhão da polícia e deu início a novas manifestações.
Na quarta-feira, dois homens foram baleados na comuna de Padre Hurtado. Um morreu ainda durante a manifestação e o outro faleceu nesta sexta-feira (31). Em outro ponto da cidade, um homem também morreu ontem durante um incêndio num supermercado em Santiago.
As manifestações no Chile já causaram a morte de 32 pessoas, diversos saques a supermercados e ônibus incendiados, além de 26 manifestantes que perderam a visão por causa de projéteis de borracha e sprays de gás de policiais e soldados.
IG
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