O Ministério da Justiça e Segurança Pública credencia leiloeiros em 17 estados.

Redação Publicado em 11/01/2020, às 00h00 - Atualizado às 14h33
O Ministério da Justiça e Segurança Pública credencia leiloeiros em 17 estados.
O credenciamento vai viabilizar a realização de leilões de bens apreendidos do tráfico em todo o país. A documentação deverá ser entregue até o dia 17 de janeiro.
Os Leiloeiros Públicos Oficiais que participarem vão estar credenciados para a realização de leilão de bens móveis e imóveis, apreendidos em processos criminais no Acre, Amazonas, Roraima, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Maranhão, Pará, Amapá, Rondônia, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte e Paraíba.
Com a habilitação dos profissionais, os leilões vão passar a acontecer em todo o país.
Em 2019, os leilões iniciados em outubro arrecadaram aproximadamente R$ 4 milhões e 500 mil reais com a venda de 493 itens em São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina.
Neste ano, com a contratação de leiloeiros nos estados que faltavam, o Ministério da Justiça e Segurança Pública atua para realizar leilões mensais em todo o território nacional e, assim, elevar expressivamente o valor arrecadado para o Fundo Nacional Antidrogas, que destina os recursos para políticas de prevenção e combate às drogas no país.
EBC
Leia também

Indicado por Orlando Morando à Faculdade de Direito é alvo do Gaeco por corrupção e lavagem de dinheiro

O fim da Ordem Mundial: 2026 e o retorno do "cada um por si"

A Soberania Começa em Casa

EXPLÍCITO: MC Mirella apela com vídeo de sexo para promover OnlyFans; assista

PF aponta que ex-assessor ligado a irmão de Carla Zambelli financiou avião usado no transporte de cocaína

Enfermeira é morta a tiros pelo ex-namorado na Zona Sul de SP

Governo mira a própria militância e ignora os interesses estratégicos do Brasil

VÍDEO: Homem tenta estuprar nutricionista dentro de apartamento na Grande São Paulo

Pagamento do Bolsa Família em junho já tem data marcada; veja calendário

Alcolumbre reage a pressão por CPMI do Banco Master: "Palanque eleitoral"