Por Jair Viana

Redação Publicado em 18/11/2016, às 00h00 - Atualizado às 07h53
Por Jair Viana
Um dos denunciantes, Mateus Felipe Perez Corrêa, que acusam o vereador eleito Jean Dornelas (PRB) de suposta compra de votos, confessou à Policia Federal, ontem, que já respondeu a processo por uso de documento falso. Ele não entrou em detalhe. Dornelas, em manifestação, ao vivo, pelas redes sociais, refutou a compra de votos.
Na manhã de ontem, agentes da Polícia Federal fizeram verdadeira caçada aos dois denunciantes: Mateus Corrêa e Giovani Mieli, que se negavam a comparecer na Delegacia da PF, mesmo tendo sido intimados. Foram levados à força.
Em depoimento, os dois não esclareceram os fatos. Mateus Corrêa alegou ter vendido o telefone celular onde estariam “provas” com os nomes de eleitores que supostamente teriam
vendido seus votos.
Depois de terem sido dispensados do trabalho de cabos eleitorais da campanha de Jean Dornelas, no dia 16 de setembro, ao Ministério Público, os dois disseram que teriam sido contratados para apresentar relação com 50 nomes de eleitores, sendo que era obrigatório relacionar número do título de eleitor, zona e seção eleitoral.
O que chamou a atenção da PF foi o fato de os denunciantes nunca mais voltar para apresentação das provas.
Em manifestação pública, ao vivo, em sua conta no Facebook, Jean Dornelas desmentiu a acusação, exibindo documentos. Em ofícios enviados à Justiça Eleitoral e à Policia Federal, Dornelas coloca suas contas bancárias à disposição das autoridades.
FICHA
O próprio denunciante, Mateus Corrêa, em depoimento feito ao Ministério Público, em setembro, afirmou ter sido processado por uso de documento falso.Sem entrar em detalhes, Corrêa disse ter feito uso de um atestado falso. Ele disse que foi processado na época.
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