Diário de São Paulo
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Operação Vérnix

Fãs protestam e pedem liberdade de Deolane na Avenida Paulista

Manifestação reuniu apoiadores da influenciadora em São Paulo, com cartazes, orações e gritos de apoio; família agradeceu mobilização nas redes sociais

Fãs protestam e pedem liberdade de Deolane na Avenida Paulista - Imagem: Reprodução/Instagram
Fãs protestam e pedem liberdade de Deolane na Avenida Paulista - Imagem: Reprodução/Instagram

Manoela Cardozo Publicado em 22/07/2026, às 17h10


Fãs de Deolane Bezerra realizaram um protesto na Avenida Paulista, em São Paulo, na noite desta terça-feira (21), pedindo a liberdade da influenciadora. O ato reuniu apoiadores com cartazes, orações e palavras de incentivo, após convocação feita pela mãe e por familiares da advogada.

Nas redes sociais, Solange Bezerra compartilhou imagens da manifestação e agradeceu o apoio recebido. "Obrigada a todos. Não consegui ir, mas sintam-se abraçados", escreveu ao publicar um vídeo do protesto em seu perfil no Instagram.

Durante o ato, manifestantes também entoaram palavras de ordem em defesa da influenciadora. Em vídeos que circulam nas redes sociais, publicados pelo cabeleireiro Rogério Camargo, o grupo aparece gritando: "STJ, solta a Deolane".

Deolane Bezerra está presa preventivamente desde 21 de maio, após ser alvo da Operação Vérnix. Segundo as investigações, ela é suspeita de envolvimento com uma organização criminosa ligada ao PCC e de lavagem de dinheiro. A influenciadora nega todas as acusações.

A defesa entrou com pedidos para que Deolane seja transferida para uma Sala de Estado-Maior ou passe a cumprir prisão domiciliar. O Ministério Público de São Paulo, no entanto, se manifestou contra as solicitações apresentadas à Justiça.

Em parecer, o MP informou que a influenciadora desenvolveu síndrome do pânico e teme permanecer sozinha na unidade prisional. O documento afirma que ela divide a cela com outra detenta, embora exista espaço para ocupação individual.

Paralelamente, os advogados também anexaram aos autos um laudo que aponta uma suposta perseguição midiática por parte da delegada Maria Corsato, responsável pelas investigações.


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