Após determinação da ministra Cármen Lúcia na última segunda-feira (14), a Abin e o GSI se manifestaram e negaram a existência de documentos para auxiliar a

Redação Publicado em 16/12/2020, às 00h00 - Atualizado às 09h39
Após determinação da ministra Cármen Lúcia na última segunda-feira (14), a Abin e o GSI se manifestaram e negaram a existência de documentos para auxiliar a defesa do senador Flávio Bolsonaro no processo da “rachadinha” em seu gabinete nos tempos da Alerj. Porém, informações divulgadas nesta quarta-feira (16) mostram que o filho do presidente recebeu material da Agência Brasileira de Inteligência e repassou para advogados e “pessoas de confiança”.
Segundo informações do blog do jornalista Lauro Jardim, Flávio Bolsonaro enviou os relatórios aos seus advogados e a um número restrito de pessoas via WhatsApp. No texto, constava a informação de que se tratava de material produzido pela Abin.
A divulgação ocorre poucas horas depois de Alexandre Ramagem, diretor-geral da Abin , e o ministro Augusto Heleno, do GSI , acatarem decisão da ministra, que deu 24h para que uma resposta fosse dada , e negarem oficialmente o conhecimento sobre os dois relatórios da agência que vazaram na última semana.
Ainda de acordo com a publicação, tal postura já era prevista pelo fato de o material não ter sido confeccionado de forma oficial e não existir a assinatura de algum agente ou chefe das duas instituições e nem o tibre da própria Abin em nenhum deles.
A expectativa agora, com a negativa da autoria do material, é que o STF inicie uma investigação para descobrir quem foi o responsável pela divulgação do conteúdo ao senador Flávio Bolsonaro e se houve ou não a participação da Abin e do GSI no caso.
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iG
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