Nesta sexta-feira (27) vai ter o maior eclipse lunar do século, que poderá ser visto a olho nu em várias regiões do país.

Redação Publicado em 27/07/2018, às 00h00 - Atualizado às 17h15
Nesta sexta-feira (27) vai ter o maior eclipse lunar do século, que poderá ser visto a olho nu em várias regiões do país.
Para garantir que ninguém fique sem ver o fenômeno, o Sesc de São José do Rio Preto (SP) fará uma observação com telescópio profissional em seu gramado, com a presença de um astrônomo para esclarecer as dúvidas dos participantes.
Os interessados podem chegar a partir das 18h. A entrada é gratuita.
O grupo de Astronomia do Ibilce (Gamat) também vai disponibilizar de graça telescópios para observação, no campo de futebol da Unesp, a partir das 17h40.
(Veja o horário que a Lua vai aparecer na sua cidade, segundo especialistas esse é o melhor horário para visualizar o fenômeno).
O eclipse
Um eclipse lunar total acontece quando Sol, Terra e Lua se alinham e o nosso planeta faz sombra no satélite. Isso faz a Lua ficar escura e perder o brilho.
O fenômeno começa às 16h30, mas a Lua ainda não terá nascido no Brasil. Mesmo assim, vamos poder observar uma parte da fase total – quando o satélite está inteiro na sombra – e da fase parcial (umbra). É só esperar a Lua nascer. Tudo acaba às 19h19.

Como é um eclipse lunar total (Foto: Karina Almeida e Alexandre Mauro/G1)
Lua de sangue
A Lua desta sexta-feira também será de sangue – o fenômeno deixa o satélite com um tom avermelhado.
Isso acontece porque os raios do Sol são bloqueados pela Terra, mas passam pela atmosfera. A luz é a soma de todas as cores (arco-íris) e cada uma delas se comporta de uma forma quando chega na camada de ar ao redor do nosso planeta. A cor azul, por exemplo, se espalha muito mais que a vermelha – que acaba predominando. Por isso, teremos a versão mais “quente” do nosso satélite.

Lua de Sangue (Foto: Marcos Vicentti/Arquivo Pessoal)
Marte
Marte estará mais perto da Terra, de acordo com a Agência Espacial Brasileira (AEB), a distância será de 56 milhões de quilômetros, sendo que a média é de 228 milhões.
Além disso, ele aparecerá no lado oposto ao Sol, o que formará uma bela visão ao lado da Lua. Vale assistir o eclipse e ficar de olho no brilho do planeta vermelho.
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