A seleção feminina levou a melhor no primeiro dos dois amistosos contra o Equador, que encerram a temporada 2020 das respectivas seleções femininas. Nesta

Redação Publicado em 28/11/2020, às 00h00 - Atualizado às 08h51
A seleção feminina levou a melhor no primeiro dos dois amistosos contra o Equador, que encerram a temporada 2020 das respectivas seleções femininas. Nesta sexta-feira (27), a equipe de Pia Sundhage goleou La Tri, como é conhecido o time equatoriano, por 6 a 0 na Neo Química Arena, em São Paulo. As equipes se reencontram na terça-feira (1º), às 21h30 (horário de Brasília), novamente na capital paulista, mas no estádio do Morumbi.

Com três gols, a atacante Debinha foi a protagonista de uma noite que ainda teve a zagueira Rafaelle, a meia Duda e a atacante Valéria deixando as respectivas marcas. As duas últimas atuaram pela primeira vez vestindo a amarelinha.
Foi o primeiro jogo da Seleção após oito meses. O time não ia a campo desde o torneio amistoso disputado na França, em março, quando enfrentou Holanda, Canadá e as anfitriãs. O duelo marcou também a estreia oficial da brasileira Emily Lima no comando do Equador. Ex-técnica de São José e Santos, ela dirigiu o Brasil por dez meses, entre 2016 e 2017, substituindo Vadão após a Olimpíada do Rio de Janeiro.
Na tradução literal, a expressão acima significa “sem tempo para comer pipoca”. Quando pede isso nos treinos, Pia quer as jogadoras não se desliguem do jogo e busquem sempre o gol. Desde o apito inicial, as brasileiras mostraram que entenderam o recado. Os primeiros 45 minutos foram quase todos disputados em uma única metade do campo. Com as linhas recuadas, o Equador tentava reduzir o espaço de ação das brasileiras, que chegaram várias vezes com perigo, ainda que quase sempre pelo alto.
Aos 13, a atacante Debinha ficou com a sobra de uma cobrança de escanteio da meia Andressa Alves, mas parou na goleira Andrea Morán. Sete minutos depois, a camisa 9 recebeu um cruzamento da atacante Adriana e cabeceou, obrigando Morán a uma grande defesa. Aos 33, Debinha, enfim, levou a melhor. Na sequência de outro escanteio batido por Andressa Alves, a atacante dominou perto da marca do pênalti e finalizou no alto, sem chances para a equatoriana.
Na tradução literal, a expressão acima significa “sem tempo para comer pipoca”. Quando pede isso nos treinos, Pia quer as jogadoras não se desliguem do jogo e busquem sempre o gol. Desde o apito inicial, as brasileiras mostraram que entenderam o recado. Os primeiros 45 minutos foram quase todos disputados em uma única metade do campo. Com as linhas recuadas, o Equador tentava reduzir o espaço de ação das brasileiras, que chegaram várias vezes com perigo, ainda que quase sempre pelo alto.
Aos 13, a atacante Debinha ficou com a sobra de uma cobrança de escanteio da meia Andressa Alves, mas parou na goleira Andrea Morán. Sete minutos depois, a camisa 9 recebeu um cruzamento da atacante Adriana e cabeceou, obrigando Morán a uma grande defesa. Aos 33, Debinha, enfim, levou a melhor. Na sequência de outro escanteio batido por Andressa Alves, a atacante dominou perto da marca do pênalti e finalizou no alto, sem chances para a equatoriana.
.
.
.
Agência Brasil
Leia também

Aeroportos e rodovias de SP têm movimentação intensa na saída para o feriado de Finados

Pastor, sogro da cantora Perlla, é alvo de mandado de prisão preventiva

EXPLÍCITO: MC Mirella apela com vídeo de sexo para promover OnlyFans; assista

SURUBA? Vídeo vazado de sexo entre prefeito e 2 mulheres causa polêmica na web

Seripieri Filho preso na Lava Jato apadrinha nome para comando da ANS

Erika Hilton cobra Senado e defende fim da escala 6x1 durante Parada LGBT+ em SP

Alexandre Frota se oferece para pagar multa de jornalista condenado em ação movida por Carla Zambelli

Senado deve iniciar debate sobre o fim da escala 6x1 nesta semana

PM de folga é baleado ao reagir a assalto na Zona Sul de São Paulo

Seis pessoas ficam feridas após tiroteio em casa de eventos no interior de SP