O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, visitou nesta quarta-feira (17) a Superintendência da Polícia Federal (PF) no Rio de Janeiro

Redação Publicado em 17/10/2018, às 00h00 - Atualizado às 15h06
O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, visitou nesta quarta-feira (17) a Superintendência da Polícia Federal (PF) no Rio de Janeiro para agradecer a proteção policial durante a campanha eleitoral.
Cada candidato a presidente da República tem direito a uma equipe de segurança de 21 policiais federais especializados em dar proteção a autoridades.
Após o encontro, em entrevista à imprensa, afirmou que sua participação em debates depende de avaliação médica e de estratégia política.

Jair Bolsonaro faz campanha no Rio de Janeiro na manhã desta quinta-feira (17)
“É lógico, política é estratégia. O Lula não compareceu ao debate no final, até o último da rede Globo, não sei se foi 2006, se não me engano, ele não compareceu. Entra tudo no meio, eu decido em equipe”, disse Bolsonaro sobre a possibilidade de ir a debates.
O candidato ainda se recupera de facada que levou durante campanha na rua em Minhas Gerais. “Agora, eu vou debater com um cara que é um poste, um pau mandado do Lula? Tenha a santa paciência. A equipe médica que decide amanhã se estou em condições ou não”, afirmou.
Bolsonaro disse, ainda, que está com a “mão na faixa”, e que seu adversário, Fernando haddad (PT), não vai conseguir tirar dele “18 milhões de votos” até o dia 28 de outubro, data do segundo turno das eleições presidenciais.
“Nós estamos com uma mão na faixa. É verdade. Pode até não chegar lá. Mas estamos com a mão na faixa. Ele não vai tirar 18 milhões de votos de agora até a dois domingos”, afirmou a jornalistas na saída do encontro com a PF.

Bolsonaro após encontro com cardeal Dom Orani Tempesta na sede da Arquidiocese do Rio
Mais cedo, Bolsonaro se encontrou com o cardeal Dom Orani Tempesta, na sede da Arquidiocese do Rio de Janeiro.
Após o encontro, Bolsonaro disse que assinou um compromisso em defesa da família e da liberdade das religiões, contra o aborto e contra a legalização das drogas.
“Assinamos um compromisso em defesa da família, em defesa da inocência da criança na sala de aula, em defesa da liberdade das religiões. Contrário ao aborto, contrário a legalização das drogas. Ou seja, o compromisso que está no coração de todo brasileiro de bem”, disse.
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