Uma bandeira nazista, com uma suástica gravada acima da palavra “covid-19”, foi estendida em uma torre telefônica na região central de Victoria, na Austrália.

Redação Publicado em 13/04/2020, às 00h00 - Atualizado às 12h24
Uma bandeira nazista, com uma suástica gravada acima da palavra “covid-19”, foi estendida em uma torre telefônica na região central de Victoria, na Austrália. Mais abaixo, na mesma torre, foram penduradas duas bandeiras da China, também com “covid-19” escrito no pano.
Investigadores da Polícia tratam o caso como um crime de ódio, motivado por preconceito racial. O presidente da Comissão Anti-Difamação da Austrália, Dr. Dvir Abramovich, descreveu o ato como “nojento”.
“É arrepiante pensar que na Austrália, em 2020, haja indivíduos com ódio perigoso em seus corações, andando pelas ruas, que comemoram abertamente a ideologia satânica de Hitler”, disse ele.Quem ama este país e seus valores ficará indignado com esse ato maligno”, afirmou Abramovich.
A polícia suspeita que as bandeira foram penduradas na torre entre meia noite e 6 horas. A remoção da já feita pela Telsta, companhia telefônica responsável pelo local, que disse estar comprometida em ajudar as autoridades na identificação dos autores do crime.
Leia também

Lívia Andrade introduz um litro de café no ânus; saiba o motivo

EXPLÍCITO: MC Mirella apela com vídeo de sexo para promover OnlyFans; assista

Denúncias contra Prevent Senior foram manipuladas, diz diretor na CPI

VÍDEOS polêmicos de MC Pipokinha em site pornô horrorizam internautas

São Paulo registra madrugada mais fria do ano e cidade aciona plano de proteção contra baixas temperaturas

Professor é espancado em estação da Linha 5-Lilás e diz ter sido alvo de homofobia

Espanha supera França, bate recorde de invencibilidade e garante vaga na final da Copa

Flávio Dino cobra explicações do Congresso e amplia investigação sobre emendas parlamentares

Lula sanciona lei que torna obrigatória educação política e cidadania nas escolas

França celebra a Bastilha, mas enfrenta uma batalha pela própria identidade