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Greve na baixada

Em meio a greve de servidores na Praia Grande, TJ-SP determina mínimo de 70% em serviços públicos

Medida impede paralisação total e busca evitar colapso na prestação de serviços público

Servidores protestam na entrada da cidade, paralisação deve ocorrer até às 17h - Reprodução: Imagens | Redes Sociais
Servidores protestam na entrada da cidade, paralisação deve ocorrer até às 17h - Reprodução: Imagens | Redes Sociais

Redação Publicado em 21/03/2025, às 12h31


Na manhã desta sexta-feira (21), os servidores públicos de Praia Grande iniciaram uma greve geral, reivindicando melhorias salariais e benefícios. O movimento, organizado pelo Sindicato dos Trabalhadores Municipais de Praia Grande, busca reajuste salarial, implementação de um plano de carreira, assistência médica, políticas de segurança contra assédio moral e negociação do auxílio-alimentação.

O presidente do sindicato, Adriano Lopes da Silva, conhecido como Pixoxó, afirmou que, sem uma proposta que atenda a necessidade dos servidores, a greve continuará.

"Enquanto não resolver essa situação, permaneceremos na rua manifestando!", exclamou o líder sindical. 

Determinação do Tribunal de Justiça

Diante da paralisação, a Prefeitura de Praia Grande recorreu ao Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, que determinou a manutenção de 70% dos servidores em atividade, especialmente nos serviços essenciais de saúde, educação, trânsito e segurança. A medida busca evitar um colapso na prestação dos serviços públicos fundamentais para a população.

Posicionamento da Prefeitura

A Prefeitura expressou preocupação com possíveis bloqueios no tráfego na entrada da cidade, na Avenida Ayrton Senna da Silva, que poderiam prejudicar o direito de ir e vir dos cidadãos e colocar em risco a segurança dos manifestantes.

O órgão ainda ressaltou que sempre respeitou o direito à greve e considera legítima a insatisfação de parte da categoria. No entanto, enfatizou que a greve deve ser exercida de forma ordeira, sem prejudicar os interesses da população que depende dos serviços públicos.

Até o momento, não há informações sobre novas negociações entre o sindicato e a administração municipal. A greve continua por tempo indeterminado, afetando diversos setores públicos da cidade.


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